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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Um Natal mais profundo

07.01.2016
Do portal ULTIMATO ON LINE, 17.12.15


Definitivamente, já estamos em clima de Natal. Se depender das estratégias de Marketing, seremos lembrados que esta é a época do Papai Noel, dos presentes e das festas familiares. Mas há algum mais profundo e mais verdadeiro na data. 

Para os cristãos, é evidente que o Natal representa bem mais do que o Marketing propõe. Tem a ver com fé, com esperança, com salvação. É Cristo fazendo-se homem para transformar a vida humana. 

Ultimato quer ajudar cada leitor a meditar mais profundamente no significado do Natal. Para isso, vem ao longo da sua história produzindo e publicando conteúdo sobre a centralidade de Jesus Cristo. Um exemplo mais recente é a revista de maio-junho deste ano, que estampou em sua capa a seguinte pergunta: “A centralidade de Jesus Cristo está em declínio?”.

Nos últimos três anos, Ultimato empreendeu uma nova forma de disponibilizar aos leitores reflexões relevantes sobre o Natal que, inclusive, podem ser feitas em grupo. Publicamos três e-books gratuitos. Para baixá-los, basta clicar nos títulos abaixo.




Vamos celebrar “o Verbo que se fez carne e habitou entre nós” para nos trazer salvação!

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Fonte:http://www.ultimato.com.br/conteudo/um-natal-mais-profundo

A encarnação de Cristo, por C. S. Lewis

07.01.2016
Do portal ULTIMATO ON LINE, 18.12.15
Por C.S.Lewis


Chegamos à época do Natal em que celebramos a encarnação de Deus em forma de homem. Mas será que em meio a tanta festa, temos consciência do significado mais profundo desse evento histórico, particularmente para a vida cristã?

C.S. Lewis sistematizou as implicações do fato de Deus ter nascido em forma de homem em seu capítulo de “Cristianismo Puro e Simples” que fala dos “obstinados” (tradução antiga que eu prefiro) ou “teimosos” (tradução atual) soldadinhos de chumbo. Para início de conversa, ele pede para lembrarmos de nossas fantasias de infância em que imaginamos nossos brinquedos ganharem vida, como no Toy Story. É essa a implicação da encarnação na vida do cristão: ela faz com que, de soldadinhos de chumbo, nos tornemos seres de carne e osso, mesmo à nossa revelia. A vida cristã é toda uma história de pinóquios, que sofrem das dores da encarnação ou mutação decorrente da vivificação.

Esse processo já foi iniciado em nosso favor. Não temos nada a fazer pela nossa salvação, ela é dada pela graça. Nosso papel é permitir o processo se dar, como no caso da transformação do Eustáquio- dragão de volta em menino (“A Viagem do Peregrino da Alvorada”).

A limitação da imagem do soldadinho de chumbo é a abrangência e alcance do evento único que ocorreu no nascimento virginal, que contagiou toda a massa da humanidade e do universo. Por meio da encarnação, da morte e da ressurreição veio a salvação para toda a humanidade. Ser cristão é deixar-se contagiar por esse processo de libertação e santificação.

Em “Perelandra”, a segunda obra da trilogia espacial de Lewis (que começa com “Longe do Planeta Silencioso” e termina com “Uma Força Medonha”), o nascimento de Maleldil em forma humana foi um evento que repercutiu em todo o universo e seus planetas.

Ou seja, um ser absoluto desceu ou se tornou em um ser inferior para lançar nele a centelha da vida divina, reacendendo o seu lado espiritual que estava morto desde a queda. E esse processo permitiu que nós, cristãos, nos tornássemos, por imitação, “pequenos cristos”, ou seja, que participássemos da natureza divina de Cristo, inclusive de sua missão redentora.

Não há lugar em que Lewis expressa essa ideia de forma mais clara do que nas “Crônicas de Nárnia”, em que usou do recurso da suposição para imaginar como seria a encarnação em um mundo como Nárnia. E inventou que ela se daria na forma de um leão, um ser ainda mais elementar do que o ser humano.

Não é por acaso que Aslam faz questão de se apresentar em toda a sua materialidade às crianças e personagens de Nárnia. Nós sentimos o seu bafo, seu pelo macio, suas patas - ora macias, ora ferozes - e a força de seu rugido. Não se trata de nenhum ser meramente espiritual, mas material e corpóreo.

Ele não é uma divindade distante que resolve tudo na base da “patada” e do rugido, embora tivesse o poder para isso e eventualmente também usasse a sua ferocidade, mas dá a sua vida voluntariamente para pagar a dívida da traição, vence a morte e decide fazer as crianças e os animais falantes participarem do seu plano de resgate de Nárnia.

Vale nesse sentido citar a fala do leão que foi convidado a liderar uma batalha ao lado de Aslam em “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”:

– Ouviu o que ele disse? Nós, os leões! Ele e eu! Nós, os leões! Por aí você vê por que eu gosto tanto de Aslam. Não se põe lá em cima, não é de bancar o importante. Nós, os leões! Ele e eu!

Esse é também o sentido da polêmica vinda do Papai Noel na terra onde é sempre inverno e nunca Natal desde a chegada da Feiticeira Branca, que coincide com a vinda de Aslam. Ele traz presentes, que são ferramentas e não brinquedos, que ajudarão as crianças a participarem das batalhas em defesa de Nárnia.

Desejo que esse seja o espírito que contagie as comemorações de Natal desse ano de 2015: o da imitação de Cristo e da participação, no sentido da comunhão amorosa que é a marca da igreja em meio a um mundo em que é cada vez mais inverno e menos Natal.


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Fonte:http://www.ultimato.com.br/conteudo/a-encarnacao-de-cristo-por-c-s-lewis

Norma Braga fala sobre “os ídolos do nosso tempo” na Consciência Cristã

07.01.2016

Do portal GOSPEL PRIME, 04.01.16
Por  Mariana Gouveia

Evento acontecerá de 04 a 09 de fevereiro de 2016 em Campina Grande (PB)  


A professora Norma Braga será uma das palestrantes do 18º Encontro para a Consciência Cristã, que acontecerá de 04 a 09 de fevereiro de 2016, no Complexo do Parque do Povo, em Campina Grande (PB). Durante o encontro, ela participará de dois eventos paralelos, o 1º Seminário da Borborema sobre Cosmovisão Cristã e o 5º Encontro de Mulheres para uma Consciência Cristã.
A primeira participação de Norma Braga na 18ª Consciência Cristã acontece no domingo, dia 07 de fevereiro, durante o 5º Encontro de Mulheres para uma Consciência Cristã. O evento paralelo será realizado entre os dias 07 e 09, na Igreja Congregacional 13 de Maio, a partir das 14h30. O tema da palestra de Norma na ocasião será “Frágil, eu?”
As outras duas palestras da professora serão dadas durante o 1º Seminário da Borborema sobre Cosmovisão Cristã, que acontecerá de 07 a 09 de fevereiro, na Igreja Congregacional do Calvário. A primeira delas será no dia 08, com o tema “Outros deuses: os ídolos do nosso tempo”. A segunda palestra de Norma Braga no seminário acontece no dia 09, com o tema “Idolatria estatal: a Igreja frente aos desafios brasileiros”.
A participação no 1º Seminário da Borborema sobre Cosmovisão Cristã e no 5º Encontro de Mulheres para uma Consciência Cristã depende de inscrição prévia, que pode ser feita gratuitamente no site da Consciência Cristã. As plenárias noturnas do encontro serão abertas ao público.
Além de Norma Braga, outros 31 preletores já foram confirmados para a 18ª Consciência Cristã. Entre os convidados, estão Hernandes Dias Lopes, Russell Shedd, Augustus Nicodemus, Franklin Ferreira, Jonas Madureira, Heber Campos Jr., Solano Portela Neto, Renato Vargens, Sillas Campos e Conrad Mbewe, pastor africano que participará do evento pela primeira vez. A Consciência Cristã terá ainda as participações musicais do Grupo Vencedores por Cristo, da Banda Sal da Terra e do cantor Carlinhos Félix.
A Consciência Cristã 2016 terá, além das palestras e plenárias, literatura cristã de qualidade. Será na 4ª Feira do Livro da Consciência Cristã, a FELICC, que terá a presença de algumas das principais editoras evangélicas do país: Vida, Vida Nova, Hagnos, Pão Diário, Cultura Cristã, Fiel, Sociedade Bíblica do Brasil, CPAD, Mundo Cristão, AD Santos e Esperança, além da Visão Cristã, selo editorial oficial do evento. Milhares de títulos estarão disponíveis para venda, com preços e condições de pagamento especiais.
Várias caravanas já estão sendo formadas para a 18ª Consciência Cristã, e os organizadores do evento oferecem apoio a grupos interessados em hospedagem alternativa. O suporte é disponibilizado a caravanas, de no mínimo 15 pessoas, interessadas em se hospedar em locais como escolas e igrejas. Os interessados devem preencher um formulário, disponível no site oficial da Consciência Cristã:www.conscienciacrista.org.br.
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Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/temas-norma-braga-consciencia-crista/

Razões por que eu não assisto os vídeos do grupo “Porta dos Fundos”

07.01.2016
Do blog CONSCIÊNCIA CRISTÃ, 24.12.15
Por Renato Vargens*

Razões por que eu não assisto os vídeos do grupo “Porta dos Fundos”

Eu bem que tentei, mas não consigo assistir até o final os vídeos do Grupo Porta dos Fundos. Já havia manifestado isso quando o grupo protagonizou um vídeo denominado “Natal” cujo conteúdo foi uma verdadeira afronta à família, à Igreja, bem como a sociedade brasileira.
Desde então não assisti um vídeo sequer como também fiz questão de não ler nada que Gregório Duvivier costuma escrever. Entretanto, há pouco chegou em minhas mãos, um texto escrito por esse senhor e publicado na Folha de São Paulo (leia aqui) em que o ator diz arbitrariedades em nome de Jesus.
Caro leitor, isto posto, elenco quatro motivos porque eu não assisto a Porta dos Fundos:
1- O Grupo Porta dos Fundos em nome da tolerância propaga a intolerância desrespeitando de forma intolerante evangélicos e católicos que tratam com respeito e reverência a encarnação do Filho de Deus.
2- O Grupo Porta dos Fundos em seus vídeos tem desconstruído os valores relacionados à família promovendo através de suas esquetes valores antagônicos aos pressupostos defendidos pelas Escrituras.
3- O Grupo Porta dos Fundos ao tratar de Cristo, do seu evangelho e do Reino de Deus o faz de forma escrachada, ridicularizando a fé de milhões de brasileiros.
4- O Grupo Porta dos Fundos confunde brincadeira com blasfêmia; liberdade, com ofensa; descontração com mau gosto; piadas com críticas descabidas e desrespeitosas.
Prezado amigo, aproveito o ensejo para ressaltar que acredito piamente que o humor faz bem para alma, contudo, o fato de acreditar nisso, não me concede o direito de ridicularizar a fé dos outros. Sem a menor sombra de dúvidas penso que uma vida recheada de risos, afetos e gargalhadas fazem bem para o coração, todavia ao contrário disso, Porta dos Fundos, mediante esquetes preconceituosas tem ridicularizado a fé daqueles que creem e amam a Cristo.
Diante disto, prefiro não assisti-los! É o que penso, é o que creio, é o que digo.
*Texto escrito por Renato Vargens
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Fonte:http://conscienciacrista.org.br/razoes-por-que-eu-nao-assisto-os-videos-do-grupo-porta-dos-fundos/

Homem desiste de suicídio e se converte

07.01.2016
Do portal GOSPEL PRIME, 05.01.16
Por LEILIANE ROBERTA LOPES

Homem desiste de suicídio e se converte
Homem desiste de suicídio e se converte
Ele foi ameaçado por sua família por acompanhar programas evangelísticos na TV e tentou se enforcar diante do desespero de ver sua esposa sendo levada embora pelos parentes

Um apresentador de um programa cristão, transmitido na Argélia, foi procurado por um telespectador que estava desesperado. O contato aconteceu por telefone durante a madrugada e o apresentador se viu diante de um possível suicida.
“Eu ouvi a voz de um homem apavorado que dizia ‘eu sou o homem mais estressado do mundo e não sei lidar com meus problemas, eu vou me enforcar porque não suporto mais a vida que levo”, relembra o apresentador que não teve seu nome relevado por motivos de segurança.
Segundo ele o contato dos telespectadores é comum, muitos ligam para elogiar ou reclamar dos programas, mas ele nunca tinha recebido uma ligação como aquela. “Me vi diante de um suicídio à distância”.
O telespectador do outro lado da linha era um homem morador da região norte do país, ele já era cristão, mas diante da pressão familiar que estava vivendo por assistir aos programas na TV, ele foi ameaçado de morte por seus parentes que levaram sua esposa embora.
Aterrorizado, ele fugiu e não via solução além da morte. “Com a corda no pescoço, me lembrei da emissora CNA e do apresentador, então liguei. Ele disse para eu parar imediatamente, pois precisava me dizer algumas coisas e eu parei para ouvi-lo”, lembra o homem.
O apresentador foi movido por Deus para entregar palavras de motivação ao seu telespectador que estava desesperado. “Eu disse a ele para rejeitar o espírito que o estava impulsionando a fazer aquilo e para invocar o nome de Jesus. E fiquei orando com ele. Graças a Deus ele me ouviu”.
Mesmo pelo horário, o apresentador levou o telefone até o pastor que pode conversar com o homem e o convidou a visitar a igreja. “No outro dia, ele visitou a igreja onde frequentamos, nós três nos abraçamos e choramos pelo que Deus fez na noite anterior. Hoje em dia, ele está muito bem e forte em sua fé. Pode até parecer um filme, mas essa é a história real de um homem que se converteu a Cristo através de uma simples oração”, relata. Com informações Portas Abertas
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Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/homem-desiste-de-suicidio-e-se-converte/

6 maneiras de avaliar um sermão .

07.01.2016
Do blog VOLTEMOS AO EVANGELHO
Por Keith Collier*

Pregacao-Expositiva-6-maneiras-de-avaliar-o-sermao

Imagine isto: dois homens estão diante de uma plateia, ao vivo, competindo por votos. Cada um espera fazer a sua melhor apresentação e impressionar a multidão de tal modo que, quando as cédulas forem contadas, ele seja eleito o vencedor.

Não, esse não é o mais novo show de talentos de Simon Cowell ou Mark Burnett.[1] Na verdade, foi uma cena imaginada por um bem-intencionado membro de nossa igreja ao iniciarmos a busca por um pastor titular.

Pouco familiarizada com o processo de busca, essa querida irmã perguntou se, depois de examinarmos todos os currículos, nós reduziríamos o número de candidatos a dois e os chamaríamos para participarem de uma espécie de concurso de pregação. Então, e somente então, os membros votariam naquele de quem mais gostassem.

A pergunta dela foi inocente, mas tenho certeza de que um processo semelhante a esse infelizmente já aconteceu em mais de uma igreja, deixando para trás um rastro de confusão, sentimentos feridos e divisão. A razão para tanto é que esse processo trata a pregação da Palavra de Deus como uma espécie de apresentação para a qual devemos dar nossa aprovação ou desaprovação.

Obviamente, nós vivemos em uma cultura de criticismo com avaliações movidas pelo entretenimento e comentários instantâneos:

• As celebridades que atuam como jurados nos programas de televisão avaliam os talentos das pessoas para o canto, a dança, a culinária etc., oferecendo comentários ácidos e fazendo julgamentos sarcásticos.

• Os comentaristas em programas esportivos e políticos discutem uns com os outros, escrutinando cada decisão e analisando o desempenho dos outros.

• As mídias sociais oferecem comentários instantâneos de artigos, fotos, vídeos e tudo o mais. Muitos egos têm sido atingidos e muitos corações, feridos pelos comentários (ou pela falta deles) que correm pelos seus feeds de notícias.

Isso nos leva àquela pergunta que muitas vezes é levantada nas conversas com amigos e familiares durante o almoço de domingo: “O que você achou do sermão?”. Se não formos cuidadosos, nossas respostas podem parecer muito com os cenários acima, mais preocupadas com o estalar do fogo do que com a carne sobre ele.

A avaliação do sermão na Bíblia

Na Bíblia, nós encontramos maneiras erradas e maneiras certas de avaliar a pregação:

Erradas – Na segunda carta de Paulo a Timóteo, seu filho no ministério, ele adverte: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Timóteo 4.3-4). A congregação que Paulo descreve não avalia os sermões senão de acordo com o seu próprio termômetro de prazer. Eles só querem ouvir sermões que os façam sentir-se bem.

• Certas – Durante uma das jornadas missionárias de Paulo, ele e Silas entraram na cidade de Bereia e começaram a pregar nas sinagogas. Acerca dos bereanos nos é dito que eles “eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim”. Em vez de simplesmente darem ouvidos ao que lhes fazia sentir-se bem, os bereanos avaliavam se os sermões de Paulo e Silas estavam alinhados com as Escrituras.

Assumindo que o seu pastor prega sermões sólidos e bíblicos, aqui estão seis maneiras práticas de avaliar tais sermões que ajudarão no seu próprio crescimento espiritual, fortalecerão o ministério de pregação do seu pastor e edificarão a sua igreja.

Seis maneiras de avaliar o sermão do seu pastor

Avalie em oração

Em antecipação ao domingo, gaste tempo de joelhos. Ore pelo seu pastor enquanto ele prepara o sermão e peça para que ele pregue o evangelho com clareza e urgência. Um bom pastor conhece bem o fardo de compartilhar corretamente a palavra da verdade e estima as orações do seu povo. Além disso, ore por si mesmo e peça para ter ouvidos para ouvir e para que o Espírito Santo o ajude a avaliar o sermão. Ore também para que a congregação responda em fé e obediência.

Avalie em busca de entendimento

A avaliação do sermão envolve mais do que gostar ou não gostar do sermão; ela deve levá-lo a indagar se você entendeu o(s) ponto(s) principal(is) da passagem pregada. Não importa o quão eloquente ou cativante ou bem-humorado seja o seu pastor, você perdeu completamente o ponto se não se concentrou em entender a mensagem. Ao ouvir, identifique os pontos principais e considere a aplicação deles à sua vida.

Avalie criticamente, mas não criticamente

Sim, você leu direito. A diferença entre os dois é a sutil diferença entre crítica e criticismo.

No sentido positivo, nós devemos avaliar um sermão criticamente, como os bereanos avaliavam os sermões de Paulo – pondo-os sob o crivo da Escritura e considerando as suas aplicações.

No sentido negativo, devemos evitar avaliar sermões com um espírito de criticismo. Em nossos esforços para examinar o conteúdo da mensagem, devemos ter o cuidado de não cair no erro de trucidar o mensageiro. Todo pastor tem fraquezas e falhas. Não há necessidade de escrutinar sua gramática ou seus hábitos nervosos. Você não precisa manter um registro de suas pronúncias erradas ou das frases que ele sempre repete. Dissecar as fraquezas do seu pastor o distrai da mensagem e produz desdém para com o mensageiro, o que não é saudável. Confie em mim: provavelmente seu pastor é mais duro consigo mesmo nessas áreas do que você.

Avalie em termos de “nós”, e não de “mim”

Vivemos numa era de um individualismo cristão desenfreado, na qual a natureza da vida cristã é primariamente vista pelas lentes do crescimento e da descoberta pessoais. Como resultado, com frequência nós apenas consideramos como um sermão ou uma passagem da Escritura se aplicam a nós, pessoalmente. Contudo, há outras lentes as quais nunca deveríamos menosprezar – a natureza corporativa ou congregacional da vida cristã. Ao considerar a aplicação do sermão, não pense apenas em como ele se aplica a você individualmente. Considere também como seria se sua congregação vivesse aquelas verdades coletivamente.

Avalie sem ter outra pessoa em mente.

Graças aos podcasts, você agora pode ouvir horas e horas de sermões, a cada semana, proferidos por uma variedade de pregadores talentosos do mundo inteiro. Certamente, há benefícios espirituais individuais em ouvir os sermões de outros pastores. Ao mesmo tempo, tome o cuidado para que esse acesso não encoraje comparações nada saudáveis entre os sermões do seu pastor e aqueles de pregadores proeminentes. Deus deu ao seu pastor um rebanho particular para pastorear, o qual ele não deu a esses outros pastores. Ainda que seu sermão não seja tão refinado ou preciso, ele conhece as forças e fraquezas, as tentações e as inclinações da sua congregação particular melhor do que qualquer pregador de podcast. Por exemplo: a sua congregação está cheia de legalistas ou hedonistas? Seu pastor saberá a resposta e, portanto, saberá para que lado se inclinar na pregação. Deus o posicionou de modo singular para aplicar a Escritura à vida da sua igreja.

Avalie para encorajar

Ao ouvir o sermão, observe aspectos positivos e verdades que Deus tenha lhe ensinado por meio dele e, então, lembre-se de dizê-lo ao seu pastor. Ao fazê-lo, seja específico. Não apenas aperte a sua mão e diga: “Bom sermão”. Diga algo como: “O Senhor realmente me desafiou quando o senhor explicou aquela segunda parte da passagem, que falava sobre generosidade”. A longo prazo, comentários úteis e bons o tornarão um pregador ainda melhor, o que contribuirá para o seu próprio crescimento espiritual e para a edificação da igreja para a glória de Cristo.

* Keith Collier é presbítero da Normandale Baptist Church em Fort Worth, Texas, EUA, e serve como editor-chefe no jornal Southern Baptist Texan. Ele desenvolve seus estudos de Ph.D em Pregação e História da Igreja no Southwestern Baptist Theological Seminary

Notas:

[1] N.T.: Dois jurados do programa norte-americano American Idol.

Tradução: Vinícius Silva Pimentel
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel
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Fonte:http://voltemosaoevangelho.com/blog/2016/01/6-maneiras-de-avaliar-um-sermao/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+voltemosaoevangelho+%28Voltemos+ao+Evangelho%29

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

GRATIDÃO A DEUS: Uma Oração para o Ano Novo

04.01.2015
Do blog INTERNAUTAS CRISTÃOS
Por Trevin Wax*

uma-oracao-para-o-ano-novo


Senhor Deus Todo-poderoso,
eu entendo que nada posso fazer sem Tua ajuda,
por isso peço que me permitas, por Tua graça, cumprir Tua vontade.

Dá-me graça para fazer o que quer que seja
que traga maior glória e honra para Ti,
prazer e proveito para mim,
e vida e amor para os outros.


Ajuda-me a contar os meus dias,
gastando o meu tempo sabiamente,
vivendo minha vida com todas as minhas forças enquanto eu ainda tiver fôlego.

Humilha-me no conhecimento de que sou o principal dos pecadores;
quando eu ouvir falar dos pecados de outros,
ajuda-me a não olhar para eles com orgulho,
mas a olhar para mim mesmo com vergonha,
confessando meus próprios pecados a Ti.

Quando eu passar por dificuldades e provações,
faze-me lembrar das dores do inferno
das quais Tu já me livraste.

Coloca pessoas no meu caminho que precisem da minha ajuda,
e dá-me um espírito compassivo e generoso.

Enche meu coração de um amor tal
que eu jamais faria qualquer coisa com espírito de vingança,
nem perderia a paciência com os que estão ao meu redor.
Prende minha língua quando eu for tentado a falar mal de outros.

Obrigado pelo Evangelho e pela esperança da glória.
Ajuda-me a viver à luz destas verdades a cada dia da minha vida,
de forma que quando o tempo da minha morte chegar,
descansarei seguramente em Ti,
e Tu serás mais glorificado em mim. 

Em nome de Cristo...

Adaptado por Trevin Wax a partir das 21 primeiras resoluções de Jonathan Edwards.
Fonte: Bom Caminho


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Fonte:http://www.internautascristaos.com/textos/artigos/uma-oracao-para-o-ano-novo