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sábado, 21 de dezembro de 2013

DEUS CRIADOR: Antes de criar o universo

21.12.2013
Do porta EVANGELISMO IBC
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Antes de criar o universo

Deus Todo Poderoso = onisciente (sabe tudo)

Quis criar humanidade para comunhão com Ele - Is.43:7,21
Com livre-arbítrio, livre para ser obediente ou não - Gn.1:26
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Anteviu...

Que o homem iria pecar usando livre-arbítrio
Que o Pecado (é como um vírus) contagiaria tudo no homem, e na natureza
O melhor plano pra salvar o maior número possível de pessoas – a Graça
Jesus viria ao mundo pelo plano salvador (seria morto numa cruz)
Três tipos de pessoas no mundo, diante da Graça (após Jesus)
Obedientes Desobedientes Desconhecedores
(Rm.8:29, Mt.7:13-14, 2Ts.1:7-9,Ef.1:4)
Perdidos seria grande maioria (como “areia do mar”) Ap.20:8
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Planejou

Graça (de graça) – muito fácil pra salvar o maior número possível
Agir como três Pessoas nos obedientes
.....Jesus –Se fazer vacina contra o vírus do pecado -2Co.5:21
.....Espírito Santo –Convencer e Converter pessoas; Santificar salvos
.....Deus –O ofendido que perdoa os vacinados por Jesus na cruz
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Determinou

Ap.21:27 = com vírus do pecado não entra no Céu, pra não contaminar
Rm.1:24 = respeito ao livre-arbítrio de cada um, manter o amor com todos
Hb.9:27 = chances de salvação pra todos, até a morte, nada depois
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Depois da criação do universo

Adão e Eva (como foi previsto por Deus)

Pecaram, contagiaram tudo e todos -Gn.6:5-6
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A humanidade (como foi previsto por Deus)

Foi contagiada com o vírus do pecado -Rm.5:12, Sl.51:5, 58:3
Ficou totalmente distante de Deus – Rm.3:10-12
Criou de tudo contra Deus (pecados, religião) – Rm.1:21-25
Tornou-se condenada ao inferno -Rm.3:23, Ap.20:8
Resistente à obediência a Deus -Jo.3:19-21
Mesmo os obedientes, (os salvos são)
.....Pecadores indignos diante de Deus -1Jo.1:8,10
.....Imerecem o Céu -Rm.3:9, Tt.3:3, 2Tm.1:9
.....Nada sem ajuda do Espírito -Jo.15:5, Fp.2:13
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Graça = Plano divino de salvação

São 2 ordens a obedecer -Mc.1:15
.....urgência: não se deve ficar adiando – Hebreus 3:7-8
.....facilidade: Jesus facilita tudo para qualquer pessoa
(1)Arrependimento
(2)Fé (confiança, certeza)
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Arrependimento é ação do homem (veremos na lição 2)
Passo pessoal e fundamental: a fé vem em conseqüência dele
Único passo possível ao homem contaminado pelo pecado
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Fé é ação e dádiva de Deus ao arrependido -Ef.2:8, Jo.1:12
O que o homem nunca consegue por si só
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Pergunta: "O que diz a Bíblia sobre racismo, preconceito e discriminação?"

22.12.2013
Do portal GOT QUESTIONS

Resposta:O primeiro item a compreender nesta discussão é que há uma só raça: a raça humana. Caucasianos, africanos, asiáticos, indianos, árabes, judeus, etc, não são de diferentes raças, mas ao invés disto, são de diferentes etnias da raça humana. Todos os seres humanos têm as mesmas características físicas (com pequenas variações, é claro). Mas principalmente, todos os seres humanos são criados à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27). Deus ama o mundo inteiro (João 3:16). Jesus entregou Sua vida por todos no mundo inteiro (I João 2:2). O “mundo inteiro”, obviamente, inclui todas as etnias da humanidade.

Deus não mostra parcialidade ou favoritismo (Deuteronômio 10:17; Atos 10:34; Romanos 2:11; Efésios 6:9), e nem nós deveríamos. Tiago 2:4 descreve a qualquer um que mostra discriminação como juiz “de maus pensamentos”. Devemos sim amar a nosso próximo como a nós mesmos (Tiago 2:8). No Velho Testamento, Deus dividiu a humanidade em dois grupos “raciais”: judeus e gentios. A intenção de Deus era que os judeus formassem um reino de sacerdotes, ministrando às nações gentias. Mas ao contrário, em sua maioria, os judeus se tornaram orgulhosos de sua posição e desdenharam dos gentios. Jesus Cristo colocou fim a isto, destruindo a parede divisória da hostilidade (Efésios 2:14). Todas as formas de racismo, preconceito e discriminação são afrontas à obra de Cristo na cruz.

Jesus nos ordena que amemos uns aos outros assim como Ele nos ama (João 13:34). Se Deus é imparcial, e nos ama com imparcialidade, isto significa que precisamos amar aos outros com o mesmo alto padrão. Jesus nos ensina, ao final de Mateus 25, que tudo o que fizermos com o menor de Seus irmãos, faremos a Ele. Se tratarmos uma pessoa com desprezo, estamos maltratando uma pessoa criada à imagem de Deus; estaremos ferindo alguém que Deus ama e por quem Jesus morreu.

O racismo, em formas variantes e vários graus, tem sido uma praga na humanidade por milhares de anos. Irmãos e irmãs de todas as etnias, isso não pode ocorrer! Para as vítimas do racismo, preconceito e discriminação: você precisa perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Não, os racistas não merecem seu perdão, mas nós, muito menos ainda, merecemos o perdão de Deus! 

Aos responsáveis pelo racismo, preconceito e discriminação: vocês precisam se arrepender e apresentar-vos “a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Romanos 6:13) Que Gálatas 3:28 seja completamente cumprido: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.”




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Deus prepara a salvação

21.12.2013
Do blog ESTUDOS DA BÍBLIA
Por-por L. A. Mott, Jr.

Após o homem cair no pecado, a história humana tomou dois rumos: descendentes de Caim ímpios e mundanos (Gênesis 4) e descendentes santos de Sete (Gênesis 5). O entrelaçamento dessas duas descendências ocasionou a corrupção de toda a espécie humana (Gênesis 6). Após o dilúvio, a humanidade teve um novo começo com a família de Noé (Gênesis 6-10). Mas, o acontecimento de Babel demonstra, mais uma vez, a tendência para a apostasia (Gênesis 11), e a humanidade rumou direitinho para a escuridão da apostasia e da idolatria.

Nesse estado de coisas, Deus deu o primeiro grande passo para redimir a humanidade. Ele escolheu Abraão e o separou de seus parentes idólatras (Gênesis 12; veja Josué 24:14-15). O conhecimento da verdade iria ser preservado por meio de uma família e, por fim, de uma nação. As três promessas feitas por Deus a Abraão mostram a importância que esse homem teve na história (Gênesis 12:1-9):Œ "De ti farei uma grande nação" —promessa que se cumpriu no Egito (veja Gênesis 46:3).  

Mas uma nação precisa de uma terra, e Abraão teve a promessa de receber Canaã para seus descendentes—uma promessa que se cumpriu com a conquista liderada por Josué (Josué 21:43-45). Ž  A escolha de Abraão, porém, não tinha por objetivo exclusivo o benefício de Israel, mas abençoar toda a humanidade: "Em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gênesis 12:3; veja 22:18). No fim do Antigo Testamento, entretanto, essa promessa ainda permanece sem cumprimento.

A providência de Deus usou José para preservar a descendência de Abraão no Egito (Gênesis 45:4-8). Os filhos de Jacó passaram a ser chefes das tribos de uma grande nação dentro do Egito. Após a morte de José, porém, Israel foi oprimido no Egito, sendo liberto sob a liderança de Moisés, que os levou ao Sinai, onde foi entregue a lei (Êxodo 19-24). Mas a lei não era a resposta ao problema do pecado, pois, como salienta Paulo, o homem violou a lei e, assim, ficou debaixo da condenação da lei em vez de ser justificado por ela (Romanos 3:9-20).

Depois de uns quatro séculos sob o domínio dos juízes, Israel se tornou um reino, e Deus fez outra grande promessa. Prometeu a Davi que estabeleceria o reino da casa de Davi em Israel para sempre (2 Samuel 7:11-16). Quando Israel caiu na apostasia e o reino de Davi foi ameaçado, os profetas lembraram-se da promessa feita a Davi e reconfirmaram ao povo a idéia de que, no futuro, um grande rei ainda reinaria no trono de Davi (Isaías 9:6-7; Jeremias 23:5; 33:14-26). Certo salmista trata a questão de modo poético e clama: "Até quando, Senhor?" (Salmo 89, especialmente versículo 46). Até quando o reino de Davi não será restaurado? No fim do Antigo Testamento, permanece o vazio.

Por fim, percebemos outra vertente do pensamento do Antigo Testamento. O maior problema de Israel, frisou Isaías, não era a Assíria, nem a Babilônia, mas a escravidão ao pecado. O profeta predisse a vinda de um servo de Jeová que sofreria e morreria pelos pecados do povo (Isaías 52:13 - 53:12). Mas, no fim do Antigo Testamento, essa promessa, também, se mantém sem cumprimento.
No fim do Antigo Testamento o leitor é deixado a clamar: "E agora? O que vem depois?" Pois, certamente, os vazios são deixados para ser preenchidos, e a palavra final ainda não foi proferida.

As primeiras palavras do Novo Testamento, as quais identificam Jesus como filho de Davi e filho de Abraão (Mateus 1:1), proclamam a era iminente em que se daria o cumprimento. E, na verdade, é o que ocorre. Jesus é o descendente de Abraão, por meio de quem todas as nações iam ser abençoadas (Atos 3:25-26; Gálatas 3). Ele é o filho de Davi, reinando sobre o trono de Davi (Lucas 1:31-33; Atos 2:29-36). E é o prometido "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29), o Servo sofredor que morreu pelos pecados da humanidade (Atos 8:32-35; 1 Pedro 2:21-25).

Seu sangue foi vertido para perdoar os pecados (Mateus 26:28). Esse é o papel que Deus desempenhou para providenciar o perdão dos pecados. Mas ele não obriga ninguém a aceitar o presente, e a parte que o homem desempenha para receber o dom foi explicada por Pedro, quando mandou que seus ouvintes, convencidos do pecado, se arrependessem e fossem batizados para remissão dos pecados (Atos 2:38).

O reinado do Rei Jesus continuará até que todos os que se rebelam contra o seu governo estejam debaixo de seus pés (1 Coríntios 15:20-28). O desfecho será um mundo novo, em que habita a justiça (2 Pedro 3:12) e a maldição trazida contra o mundo por causa do pecado do homem não mais existirá (Apocalipse 21:1 - 22:5). De fato, o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, reina, e concretiza o seu grande propósito. Aleluia!


Leia mais sobre este assunto:

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GUTO EMERY: Como está o seu comportamento?

21.12.2013
Do portal do VERBO DA VIDA, 28.05.12
Por GUTO EMERY

Em Gênesis 4.7, Deus falou para Caim: “Se procederes bem, certamente será aceito”. Ele falava sobre a necessidade que Caim tinha de dominar os sentimentos que estava sentindo naquele momento, para se comportar da melhor forma. Mas, não foi isto que ele fez, pois acabou procedendo mal.
Porém, isto me faz pensar em como é importante o nosso procedimento diário. Como estamos nos comportando? Temos andado com boa consciência? Deus tem se agradado do nosso comportamento? Temos sido referenciais para as pessoas?

“Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura.

E a todos quantos andarem conforme esta regra, paz e misericórdia sobre ele…”
 (Gálatas 6.15-16)
Veja o que Paulo falou: Há uma regra – ser nova criatura – pela qual temos que andar ou nos comportar de acordo com a mesma. Não somos mais do mundo, somo filhos de Deus, cristãos, nascidos de novo e temos que andar como tais. Não ande mais como andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, comportando-se com insensatez (Efésios 4.17-19).
Em outra das suas cartas, Paulo falou: “Pois o que nos preocupa é procedermos honestamente , não só perante o Senhor , como também diante dos homens” (II Co. 8.21).
Nosso comportamento, nossas ações e, principalmente, nossas reações e motivações, mostram muito do que está dentro de nós. Quando você se comporta de forma espontânea, mostra muito daquilo que está por dentro. Como o sentimento de competição, por exemplo, ou o desejo incontrolável de ser promovido, pode lhe fazer ter um comportamento errado de passar por cima dos outros.
Há pessoas que são promovidas apenas pela habilidade que possuem, mas elas poderão sofrer uma grande queda e prejuízo mais na frente. Mas, quando você é promovido devido o comportamento de excelência, fé e amor que possui, seu futuro será grandioso.
Fé não é um sentimento, fé é um comportamento. Jesus viu a fé das pessoas vendo o comportamento delas. Amor e fé andam juntos! A fé opera pelo o amor e, no meu ponto de vista, o amor opera pela fé. Apresentarmos um comportamento de amor, segundo a Palavra de Deus, é essencial para todos nós.
Até as nossas orações estão condicionadas ao nosso proceder, a como estamos nos comportando, a como está o nosso coração, as nossas ações, reações e motivações. As respostas das suas orações podem ser impedidas se houver um comportamento contrário.
No início do meu ministério, logo quando conheci o Ap. Bud e recebi oportunidades porque ele observava o meu comportamento de submissão, servidão, amor e lealdade, eu não sabia pregar muito bem. Mas, decidi fazer da instrução de Paulo à Timóteo o lema da minha vida: “Ninguém despreze a tua mocidade ; pelo contrário , torna-te padrão dos fiéis , na palavra , no procedimento , no amor , na fé , na pureza” (I Tm. 4.12)
Decidi me tornar padrão, ter um comportamento irrepreensível, consertando meus erros e acertando cada vez mais, agradando a Deus e pregando com a minha vida. Tenho feito isto, me aperfeiçoado, e é por isso que Deus me colocou onde estou!
Nosso comportamento é a base do nosso ministério. Não importa se temos 1 ou se temos 1000 igrejas, vamos nos comportar da mesma forma, no padrão bíblico da nova aliança, de conformidade com a regra do ser nova criatura. Porque apenas se procedermos bem é que seremos aceitos por Deus. Talvez, com um procedimento errado algumas pessoas possam lhe aceitar, mas, e Deus?
Em toda a Bíblia nós vemos Deus recompensando e promovendo pessoas não pela aparência, mas sim pelo coração que elas apresentavam.
Seu comportamento tanto pode abrir portas, quanto também pode fechá-las. Do que adianta uma pessoa pregar muito bem no púlpito, mas quando sair de lá ter um comportamento errado. Conheço pessoas assim, que pastores já me falaram: “Ele prega muito bem, mas não enviei mais ele para cá”. Isto porque o comportamento daquela pessoa não foi bom e não influenciou as pessoas daquele lugar para o bem.
Em Romanos12.1-2, Paulo fala de entregarmos o nosso corpo ao Senhor e renovarmos a nossa mente com a Palavra. É algo voluntário, pessoal, sacrificial e racional, com entendimento, sabendo onde quer chegar.
Temos que mudar o nosso pensamento para que mudemos o nosso comportamento, não é só para sabermos a doutrina certa, mas para praticarmos as virtudes que ele fala na continuação do capítulo a partir do verso 9.
Eu sei que há também pessoas que ainda pensam algo de uma forma errada, mas já apresentam um comportamento correto. Quando me converti, melhorei muito o meu comportamento. Mas, como minha família era espírita e eu havia saído daquele ambiente de espiritismo, eu ainda pensava sobre reencarnação. Eu pensava errado, embora já me comportasse certo, até que conheci a verdade da Palavra de Deus e passei a pensar certo também.
Porém, não adianta você ter os pensamentos certos, mas apresentar os comportamentos errados. Por isso, Paulo nos falou para sermos fervorosos. É esse tipo de pessoa que o mundo precisa e que devem encher nossas igrejas: Pessoas intensas para Deus, fervorosas nEle, apaixonadas, que curtam Deus a ponto de mudarem seus comportamento e hábitos para agradá-Lo.
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Conforto e esperança

21.12.2013
Do portal ULTIMATO ON LINE, 17.12.13

Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Jo.14.1-6 Um dilema está posto na cabeça dos discípulos. 

O mestre, companheiro e amigo, está de mudança. Ele declara estar de partida para sua nova morada e isso gera certa apreensão nos apóstolos. A vivência dos discípulos com Jesus deveria ser suficiente para que eles entendessem claramente a proposta de crucificação, sacrifício, morte expiatória. Jesus não estava doente, mas estava na mira dos acusadores e no limite da morte. Não retornaria mais para a convivência física com os apóstolos. João não menciona, mas provavelmente devem ter rolado lágrimas com a notícia da separação. É nesse estado emocional que Jesus proclama essa mensagem de conforto endereçada aos seus amados apóstolos e companheiros de discipulado durante o tempo de seu ministério Não se turbe o vosso coração. 

Essa fala evidencia conforto para os discípulos e para cada um de nós ainda hoje. Jesus não deixa nenhum de seus filhos deserdados. Providencia morada no céu, que é muito melhor do que as daqui. Uma proposta de esperança. “Na casa de meu pai há muitas moradas”. Esses homens tinham deixado muitas coisas para andar com Jesus, que agora está prestes a deixá-los fisicamente. Jesus era para estes homens mais que salvador, era amigo. Diante dessa aflição, Tomé se expõe e demonstra falta de fé no Salvador, que oferece morada no céu e então diz: “Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho?” Talvez esta seja a dúvida, a insegurança de muita gente. Não saber o caminho para o céu. A vantagem é que Jesus valorizou a dúvida de Tomé e fez uma exposição da vereda a ser seguida por quem almeja ir ao céu. Ficou fácil para Tomé e para nós o entendimento sobre a aquisição da casa no céu.

1. Conhecer o caminho que vai até a morada no céu. Jesus falou: “Eu sou o caminho”. Caminho é algo que conduz a algum lugar. Quando a gente viaja pelos sertões, às vezes encontra vários caminhos sem nenhuma placa a indicar onde darão. Quem não conhece o caminho por onde anda corre o risco de chegar a um lugar errado. Os pretendentes a uma morada no céu não podem caminhar sem Jesus, pois ele é o Caminho. 

2. Conhecer a verdade. Muitas são as proclamações que aparentam piedade e devoção segura, mas que não passam de laços que prendem os adoradores inexperientes e desconhecedores de Jesus como a Verdade. Agora temos a noção de caminho certo. Jesus é a Verdade. Todos os outros meios são falsos e nocivos porque não conduzem ao céu. 

3. Conhecer a vida. Jesus é também a Vida. Não uma vida comum, mas a vida que transmite vida. Jesus disse que ele é a videira e que todo ramo que tiver ligado a ele continua vivo. A vida que ele oferece é essa, aquele que aceitar sua proposta de condução ao céu será ligado a Ele; recebe interligação, é assim como se houvesse brotado um ramo no tronco e ali permanecesse.
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Sonhando os sonhos de Deus

21.12.2013
Do portal ULTIMATO ON LINE, 13.12.13


Referência: Salmos 126.1-3 (RA)

INTRODUÇÃO[1]

A paz de Cristo. Quero começar este sermão definindo o que representa o ato de sonhar na vida do ser humano.

Os sonhos são como vento, você os sente, mas não sabe de onde eles vieram e nem para onde vão.

Os sonhos nascem como flores nos terrenos da mente humana.

O Dr. Augusto Cury afirma que há dois tipos de sonhos:

Primeiro são os sonhos produzidos quando mergulhamos no sono.

Segundo são os sonhos diurnos que produzimos quando estamos acordados, vivendo as batalhas da existência, sentindo a vida que pulsa em nosso dia-a-dia.

Existem sonhos que produzimos quando nasce um filho, quando conquistamos um amigo, quando beijamos quem amamos.

Mas eu quero dar ênfase ao ato de sonhar os sonhos de Deus. Quero ministrar junto aos cristãos que estão dispostos a sonhar os sonhos de Deus.

A Escritura diz: “O homem sonha e faz planos, mas Deus sempre realiza a Sua vontade”. (Provérbios 19.21 Bíblia Viva)

Meditemos no Salmo 126.

Contexto

Este salmo refere-se ao retorno dos judeus do cativeiro babilônico depois de 70 anos de exílio. Na verdade, o cativeiro ocorreu como um castigo da parte de Deus, por motivo de apostasia. E agora, o salmista estava muito feliz porque o Senhor tinha restaurado a sorte do povo.
O profeta Jeremias em sua carta aos cativos da Babilônia havia dito: Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. (Jeremias 29:11 ACF)

a) Sonhar os sonhos de Deus gera uma alegria sem igual.
Quando o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. (Salmos 126:1 ACF)

Por meio do poder de Deus e do decreto do imperador persa, Ciro, os cativos voltaram do cativeiro babilônico para Jerusalém. Foi tudo como um belo sonho que levou os exilados a um estado de êxtase.

Quando os sonhos de Deus se cumprem em nossas vidas eles trazem vida sobre a morte, alegria sobre a tristeza e esperança sobre o desânimo.


Quando os sonhos de Deus se cumprem em nossas vidas eles transformam um dia cinzento e chuvoso num dia de sol, e nos levam a superar os obstáculos, nos encorajando a conquistar.

b) Os sonhos de Deus levam embora a lamentação e os gemidos dando lugar ao riso e aos cânticos de alegria.

Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o Senhor a estes. (Salmos 126:2 ACF)

Os sonhos de Deus trazem sentido à nossa existência; Trazem vida ao nosso ser. Os sonhos de Deus trazem saúde para as nossas emoções e renovam as nossas forças.

Quando os judeus estavam no cativeiro, eles pensaram que não teria mais jeito pra eles. Acharam que os sonhos de Deus não iriam se cumprir na vida deles. Eles se assentavam às margens dos rios da Babilônia e choravam (Salmos 137). Já haviam até pendurado as suas harpas, pois não conseguiam entoar cânticos a Deus.

Muitas vezes a nossa vida é assim. Em meio às tormentas da vida, sequer temos forças para louvar a Deus. Mas os sonhos de Deus vão se cumprir em nossas vidas e voltaremos a cantar o hino da vitória.

A lamentação vai dar lugar ao júbilo em nome de Jesus.


c) Os sonhos de Deus nos fazem enxergar e entender o quão grande e maravilhoso Deus é.

Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres. (Salmos 126:3 ACF)

Os sonhos de Deus deixam claro que tal sonho só foi possível por meio da intervenção divina em nossas vidas.

As aflições do mundo muitas vezes nos levam a dar mais valor aos problemas que ao tamanho do poder do nosso Deus.

Alegremo-nos no Senhor que grandes coisas têm feito por nós. Aleluia.

Você quer sonhar os sonhos de Deus na sua vida? Segue três orientações:

1) Guarde o seu coração.

Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. (Provérbios 4:23 ACF)

Muitas vezes somos seduzidos pelas coisas do mundo e ao invés de sonharmos os sonhos de Deus cuja glória será d’Ele, incorremos no erro de sonhar os nossos sonhos, cuja glória será nossa.

2) Ouça a voz de Deus e veja qual a Sua vontade.

Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falará a mim, e o que eu responderei quando eu for arguido. (Habacuque 2:1 ACF)

Discernir e entender os sonhos que Deus deseja realizar em nossa vida nos livra de muitos embaraços em nossa caminhada cristã.

3) Espere o tempo necessário para que os sonhos de Deus se cumpram na sua vida.

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. (Eclesiastes 3:1 ACF)

É tempo de sonhar os sonhos de Deus.

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ESCULPINDO MATERIAL “IMPRESTÁVEL”

21.12.2013
Do portal ENCONTRANDO A PAZ, 18.12.13

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.(2 Coríntios 5:17).

Há cerca de 500 anos, Michelangelo, o grande artista italiano, esculpiu a famosa estátua do jovem Davi, com quatro metros de altura e feita de um único bloco de mármore.

Vasari, contemporâneo de Michelangelo, relata que outro escultor trabalhou o bloco de mármore, mas infelizmente havia arruinado o bloco com cinzeladas desajeitadas. O que restou foi uma valiosa pedra considerada inútil. Em 1501 Michelangelo começou a criar sua obra-prima neste mesmo material desperdiçado.

Inútil e imprestável para Deus: foi nisso que o homem se converteu devido ao pecado. E não há remédio, pois todo o ser e as motivações do homem estão definitivamente afetados e corrompidos pelo pecado.

 “E Deus criou o homem à sua imagem” (Gênesis 1:27). O objetivo divino era viver em harmonia profunda com o homem que criara. Mas este nem se preocupou com seu Criador. 

Essa substância não-original, o pecado, se espalhou de tal forma na natureza humana que a tornou perdida aos olhos de Deus. O homem foi desfigurado, pois o pecado o fez aceitar de bom grado os golpes do cinzel de outro artista, o “príncipe das trevas”, cujo trabalho é matar, roubar e destruir (João 10:10).

Qualquer tentativa de restaurar ou reformar esse material é inútil. O problema é a constituição, a origem, a raiz, a natureza do ser humano. Mas o que era impossível, Deus realizou. Pela fé na obra expiatória de Jesus Cristo, podemos ter acesso ao novo nascimento, por meio da água e do Espírito (João 3). Dessa forma, recebemos a própria vida que existe em Deus e nos tornamos “pedras vivas” (1 Pedro 2:4-5), nas quais o Mestre esculpe obras admiráveis, que surpreendem os homens, os anjos e todos os seres espirituais!
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