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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

A Morte da Razão, de Francis Schaeffer: Uma reflexão a partir da perspectiva pentecostal

06.02.2026
Publicado por pastor Irineu Messias

Francis A. Schaeffer, renomado teólogo e filósofo cristão, é amplamente reconhecido por suas contribuições ao pensamento evangélico, especialmente por sua defesa da verdade objetiva e sua crítica ao relativismo moral que permeia a cultura ocidental contemporânea. Entre suas obras mais influentes, destaca-se A Morte da Razão, uma análise profunda das crises intelectuais e espirituais que marcam a modernidade. Neste artigo, exploraremos os principais argumentos de Schaeffer e avaliaremos sua relevância à luz da teologia pentecostal clássica, conforme historicamente defendida pelas Assembleias de Deus no Brasil.

A Crise entre Fé e Razão

O ponto central de A Morte da Razão reside na denúncia de uma dicotomia que passou a dominar o pensamento ocidental: a separação entre fatos e valores. Schaeffer argumenta que, com o advento do humanismo autônomo, a razão foi reduzida ao campo do empiricamente verificável, enquanto questões de fé, moral e significado existencial foram relegadas ao âmbito do subjetivo. Esse processo culminou em uma “morte da razão”, onde a racionalidade perde sua capacidade de oferecer explicações coerentes sobre a realidade humana.

Para Schaeffer, o cristianismo bíblico apresenta uma solução robusta para essa crise, pois fornece uma base racional suficiente para compreender o mundo, a história e a ética. Ele aponta que, ao rejeitar essa base, a sociedade não se torna mais racional, mas profundamente contraditória e irracional.

Raízes Histórico-Filosóficas da Crise

Schaeffer traça as origens dessa ruptura ao longo da história do pensamento ocidental, destacando momentos como o Renascimento, o Iluminismo e o Existencialismo. Ele observa que o humanismo tentou sustentar a dignidade humana sem Deus, mas falhou em fornecer um fundamento último para valores morais e significado existencial. Essa falha culminou na filosofia relativista, na arte fragmentada e na teologia liberal, que negou a revelação proposicional das Escrituras.

Essa análise histórica é particularmente relevante para o cristianismo contemporâneo, pois demonstra como a negação da verdade objetiva conduz à perda de coerência teológica e à dissolução da autoridade espiritual.

Fé Cristã e Racionalidade: Um Diálogo Pentecostal

Um dos grandes méritos de A Morte da Razão é sua defesa de que o cristianismo não se opõe à razão, mas a sustenta. Para Schaeffer, a revelação bíblica fornece respostas consistentes para questões fundamentais da existência, como a origem do universo, o problema do mal e a dignidade humana. Contudo, quando analisamos essa obra sob uma perspectiva pentecostal clássica, percebemos que ela pode ser enriquecida pela ênfase na ação do Espírito Santo.

Teólogos como Antônio Gilberto e Stanley M. Horton oferecem importantes contribuições nesse diálogo. Gilberto destaca que “a verdade bíblica não está sujeita às mudanças culturais nem às pressões filosóficas do tempo, reforçando o argumento de Schaeffer sobre a imutabilidade da verdade divina. Horton complementa ao afirmar que o Espírito Santo não contradiz a razão, mas a ilumina”, apontando para uma integração harmoniosa entre racionalidade e espiritualidade.

Além disso, Gordon D. Fee desenvolve uma epistemologia pneumatológica que aprofunda essa discussão. Segundo ele, o conhecimento cristão não é meramente dedutivo ou lógico; ele é essencialmente relacional e pneumatológico”. Essa perspectiva pentecostal valoriza o papel ativo do Espírito Santo na comunicação e confirmação da verdade divina, ampliando o alcance apologético das críticas culturais de Schaeffer.

Relevância Pastoral e Apologética

Para líderes e estudiosos pentecostais brasileiros, A Morte da Razão oferece uma análise cultural extremamente relevante. Embora não seja uma obra originalmente pentecostal, seu conteúdo dialoga diretamente com os princípios teológicos defendidos pelas Assembleias de Deus, especialmente quando interpretado à luz da pneumatologia bíblica.

A obra é particularmente útil para professores de Escola Bíblica Dominical e estudantes de teologia interessados em compreender os desafios intelectuais e morais do mundo contemporâneo. Ao integrar razão submissa às Escrituras, experiência espiritual autêntica e compromisso ético cristão, ela reflete o ideal teológico promovido pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) ao longo de décadas.

Conclusão

Francis Schaeffer nos oferece em A Morte da Razão uma análise indispensável sobre os dilemas filosóficos e espirituais da modernidade. Sua denúncia do relativismo moral e sua defesa da verdade objetiva são profundamente compatíveis com a teologia pentecostal clássica. Contudo, ao incorporar a perspectiva pneumatológica — que enfatiza a ação iluminadora do Espírito Santo — podemos enriquecer ainda mais suas reflexões.

Assim, conclui-se que A Morte da Razão, quando lida criticamente e complementada pela ênfase pentecostal no Espírito Santo, torna-se um instrumento apologético e pastoral eficaz. Essa integração fortalece a Igreja em sua missão de proclamar a verdade do evangelho em um mundo marcado pelo relativismo e pela confusão moral.

Referências

- FEE, Gordon D. *Paulo, o Espírito e o povo de Deus*. São Paulo: Vida Nova, 1997.
- GILBERTO, Antônio. *Teologia Sistemática Pentecostal*. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
- HORTON, Stanley M. *O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo*. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
- SCHAEFFER, Francis A. *A morte da razão*. São Paulo: Cultura Cristã, 2005.
- CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (CGADB). *Declaração de Fé das Assembleias de Deus*. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

A Inabalável Âncora da Alma: A Esperança da Vida Eterna em Cristo

15.01.2025

Publicado pelo pastor Irineu Messias

A vida é uma jornada complexa, marcada por incertezas, desafios e a inevitável consciência de nossa finitude. Em meio a tantas indagações sobre o propósito da existência e o destino final da humanidade, o coração humano anseia por algo que transcenda o tempo e o espaço. Para o crente, essa profunda busca encontra sua gloriosa e segura resposta na esperança da vida eterna, um dom inestimável concedido por nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.


Vamos explorar essa esperança em alguns pontos essenciais:


1. A Condição Humana e a Realidade do Pecado


  • A Queda e suas Consequências: A Bíblia nos revela que, desde a queda da humanidade no Éden, o pecado entrou no mundo. Como resultado, todos os seres humanos nascem com uma natureza pecaminosa, separados de Deus.
  • A Sentença de Morte: A consequência mais grave do pecado é a morte, não apenas física, mas principalmente espiritual, que nos impede de ter comunhão plena com nosso Criador. A Escritura declara: "Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram" (Romanos 5:12). E mais diretamente: "Porque o salário do pecado é a morte..." (Romanos 6:23a). Esta seria a nossa sentença final, não fosse a intervenção divina.

2. A Solução Divina em Jesus Cristo


  • O Amor de Deus em Ação: Felizmente, a narrativa bíblica não termina no desespero. Em seu infinito amor e misericórdia, Deus proveu um caminho de redenção e vida. Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, veio ao mundo.
  • O Sacrifício e a Ressurreição: Ele viveu uma vida perfeita, sem pecado, e voluntariamente entregou-se como sacrifício na cruz, levando sobre Si a penalidade de nossos pecados. Sua morte não foi o fim, mas o meio para a vitória. No terceiro dia, Ele ressuscitou dos mortos, triunfando sobre o pecado, a morte e o diabo (1 Coríntios 15:3-4, 54-57).
  • A Promessa da Vida Eterna: A ressurreição de Cristo é o pilar de nossa fé e a garantia de que nós também ressuscitaremos para uma nova vida. O evangelho de João resume essa esperança: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16).

3. A Natureza da Vida Eterna


  • Não Apenas Duração, mas Qualidade: A vida eterna não é meramente uma existência prolongada sem fim, mas uma qualidade de vida em profunda e ininterrupta comunhão com Deus. Ela começa no momento em que cremos em Cristo e se concretiza plenamente após nossa jornada terrena.
  • Uma Herança Incorruptível: É a promessa de uma herança divina que é incorruptível, imaculada e imperecível, reservada para nós nos céus (1 Pedro 1:3-4).
  • A Certeza Presente: O apóstolo João nos assegura: "E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna" (1 João 5:11-13).
  • O Futuro Glorioso: A Bíblia nos descreve um futuro glorioso: Deus enxugará toda lágrima de nossos olhos, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor (Apocalipse 21:4). Viveremos em novos céus e nova terra, na eterna e perfeita presença de Deus (Apocalipse 21:1-3). Nosso Senhor Jesus prometeu: "Na casa de meu Pai há muitas moradas... vou preparar-vos lugar" (João 14:2).

4. Como Abraçar a Vida Eterna


  • Pela Graça, Mediante a Fé: Essa esperança gloriosa não é conquistada por méritos ou obras humanas, mas é um dom gratuito de Deus, recebido pela fé em Jesus Cristo.

  • Arrependimento e Entrega: Para abraçá-la, somos chamados ao arrependimento de nossos pecados e a uma entrega sincera a Jesus como nosso Senhor e Salvador. A Palavra de Deus é clara: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9). Ao crermos, o Espírito Santo habita em nós, transformando nossas vidas e nos dando um antegozo dessa vida eterna.

5. O Impacto da Esperança Eterna na Vida Presente


  • Nova Perspectiva para o Agora: A esperança da vida eterna não nos distancia da realidade presente, mas nos capacita a vivê-la com um propósito renovado e uma perspectiva divina.
  • Força para as Adversidades: Ela nos concede coragem para enfrentar as provações (Romanos 8:18), paciência nas dificuldades (Romanos 5:3-5) e uma alegria inabalável, sabendo que nossa verdadeira cidadania e nosso lar estão nos céus (Filipenses 3:20).
  • Motivação para a Santidade: Essa esperança nos motiva a viver vidas que glorifiquem a Deus, servindo ao Jesus Cristo pela ação do Espírito Santo, amando ao próximo, buscando a justiça e testemunhando da maravilhosa graça que Cristo nos concedeu.

Conclusão:


Que possamos, como seguidores de Cristo, manter firmemente essa gloriosa esperança em nossos corações. Ela é, de fato, a âncora de nossa alma, firme e segura, que nos penetra até o Santo dos Santos (Hebreus 6:19). É a inabalável certeza de que o melhor ainda está por vir, e que nossa jornada culminará em uma eternidade na amorosa presença Daquele que nos amou primeiro. 

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Redescobrindo o Éden Eterno: Uma Jornada Poética de Redenção e Comunhão com Deus

08.12.2025

Postado pelo editor do blog

Na suave brisa da manhã, o coração anseia ser como o inocente Adão, caminhando no imaculado Jardim do Éden, na própria presença de Deus. Esse profundo desejo está no cerne da obra-prima poética "Na Viração do Dia", belamente escrita e compartilhada pelo Pastor Irineu Messias. Esta obra cativante nos convida a uma odisseia espiritual, traçando a jornada humana da queda à gloriosa restauração da comunhão com o Deus.

A Perda do Éden e a Promessa da Redenção

O poema começa com o desejo melancólico do poeta de ser o primeiro Adão, imaculado pelo pecado, capaz de caminhar ao lado de Deus no Éden que um dia lhe pertenceu. A linguagem figurativa é vívida e evocativa, pintando um quadro do paraíso perdido onde a alma podia deleitar-se na "alegria inexprimível" da presença divina, ouvindo a "doce e divina voz" do Todo-Poderoso e compartilhando suas próprias histórias com Ele.

Contudo, o poeta reconhece rapidamente a dura realidade de que esse estado idílico foi destruído pelo pecado do primeiro Adão, que trouxe a "morte espiritual" para toda a humanidade. É nesse ponto que a figura central do segundo Adão, o amado Cristo, emerge como o redentor que "resgatou minha alma, libertando-me desse mal".

Por meio do poder do sangue sacrificial de Cristo, o poeta recebe a promessa de retornar ao Éden celestial, onde experimentará a alegria eterna na "presença sacrossanta e divina" do misericordioso Deus Pai. Esta é uma mensagem profunda e esperançosa, que ressoa profundamente com a fé cristã e sua promessa de salvação e restauração.

A Santíssima Trindade: Celebrando o Deus Trino

Entrelaçada na tapeçaria poética, encontra-se uma reverente celebração da Santíssima Trindade – Deus Pai, Cristo Redentor e o Espírito Santo, o fiel Consolador. Cada membro da trindade divina é exaltado e honrado, com o poeta expressando profunda gratidão e adoração por seus papéis únicos na jornada da redenção.

Deus Pai: O Criador Misericordioso

O poema exalta o "Deus misericordioso, o Pai de Cristo Jesus", reconhecendo-O como a fonte de toda graça e aquele que "favoreceu minha alma perdida". É através do poder do amor do Pai e do sacrifício de Seu Filho que o poeta consegue vislumbrar a entrada no Éden celestial, onde adorará o Todo-Poderoso por toda a eternidade.

Cristo Redentor: O Cordeiro Sacrificial

A figura central de Cristo, o "Cristo amado", é celebrada como aquele que "redimiu minha alma, libertando-me desse mal". É através do "poder de Seu sangue carmesim" que o poeta recebe a promessa de um "corpo glorioso" e a possibilidade de entrar na presença eterna de Deus. A reverência do poema pelo Salvador é palpável, com o poeta se apresentando humildemente diante do "Cordeiro divino".

O Espírito Santo: O Consolador Fiel

O papel do Espírito Santo, o "amado Consolador", também é exaltado no poema. Este "amigo muito fiel", enviado da glória do Pai, é descrito como aquele que "sela minha alma e meu espírito para sempre", proporcionando conforto e cuidado inabaláveis, mesmo em meio às provações e tribulações. O narrador encontra consolo na certeza de que o Espírito Santo "ouvirá todos os meus lamentos com Seu poder infinito" e "me consolará de todas as minhas lágrimas, das muitas provações e sofrimentos aqui".



A Promessa da Alegria Eterna no Éden Celestial

O poema culmina numa visão do futuro do narrador, onde ele habitará para sempre no Éden celestial, na presença do Deus Trino. Esta terra prometida é descrita como um lugar de "alegria indizível" e "presença sagrada e divina", onde o poeta não mais esperará no Éden perdido, mas, em vez disso, "adorará a Santíssima Trindade por toda a eternidade".

A linguagem figurada é ao mesmo tempo, poética e profundamente espiritual, evocando um sentimento de anseio e expectativa pela restauração da relação divino-humana. A humilde entrega e gratidão do poeta por ter sido redimido de uma vida "sem direção, sem destino" é um testemunho do poder transformador da fé e da graça de Deus.

Explorando os temas e percepções mais profundas

Para além da cativante imagética poética e da celebração do Deus Trino, o poema "Na viração do dia" oferece uma riqueza de temas e reflexões mais profundas que merecem ser exploradas. Vamos analisar algumas das ideias-chave que emergem desta obra profunda:

O anseio pela inocência e comunhão com o divino

O desejo do poeta de ser como o primeiro Adão, caminhando no imaculado Jardim do Éden, reflete um anseio humano universal por um estado de inocência e comunhão irrestrita com Deus. 

Essa saudade de um paraíso perdido revela a necessidade humana inata de um senso de pertencimento, propósito e plenitude espiritual que só pode ser encontrada na presença do Todo-Poderoso. 

O poema nos convida a refletir sobre nossas próprias jornadas espirituais e as maneiras pelas quais podemos resgatar aquele senso de admiração, alegria e intimidade com o divino.  

O Poder Transformador da Redenção 

O tema central da redenção, personificado pela figura do segundo Adão, Cristo, é um poderoso testemunho do poder transformador da graça e do perdão divinos. 

O poema destaca a capacidade do Salvador de "resgatar minha alma, libertando-me desse mal", oferecendo uma mensagem de esperança e restauração para aqueles que foram sobrecarregados pelo pecado e suas consequências. 

Essa narrativa redentora aborda o desejo humano por uma segunda chance, pela oportunidade de se reconciliar com o Criador e de experimentar a plenitude da vida no Éden celestial. 

O Abraço Eterno do Deus Trino 

A reverente celebração da Santíssima Trindade – Deus Pai, Cristo Redentor e o Espírito Santo – ressalta a profunda interconexão do divino e a centralidade dessa relação trina na fé cristã. 

A exaltação de cada membro da Trindade no poema, e seus papéis únicos na jornada da salvação, destaca a natureza multifacetada do divino e a riqueza da tradição teológica cristã. 

A promessa de um abraço eterno na "Santíssima Trindade" fala ao anseio humano por um sentimento de pertencimento, segurança e amor incondicional no reino divino.  

Abraçando o Éden Eterno 

A obra-prima poética "Na viração do dia", compartilhada pelo Pastor Irineu Messias, é um trabalho profundo e cativante que nos convida a uma jornada espiritual de redenção e restauração da comunhão com o divino. Através de suas imagens vívidas, da reverente celebração do Deus Trino e da promessa de alegria eterna no Éden celestial, o poema fala aos anseios mais profundos do coração humano. 

Ao refletirmos sobre os temas e as ideias presentes nesta obra, somos chamados a abraçar o Éden eterno que nosso Salvador prometeu, a nos entregarmos humildemente ao Todo-Poderoso e a encontrar consolo no conforto inabalável do Espírito Santo. Que esta exploração poética nos inspire a aprofundar nossas próprias conexões espirituais, a buscar o poder transformador da redenção e a nos deleitarmos no abraço eterno do Deus Trino. 

Não se esqueça de se inscrever no canal do Pastor Irineu Messias no YouTubede visitar o canal da Assembleia de Deus do Planalto Central (ADEPLAN_DF) para acessar mais conteúdo espiritual inspirador. Vamos juntos trilhar o caminho rumo ao Éden celestial, guiados pela sabedoria e fé deste notável pastor e poeta.

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

"Abreu e Lima: Uma Cidade de Joelhos". Documentário

27.12.2024
Postado por Pr Irineu Messias

Documentário "Abreu e Lima: Uma cidade de Joelhos", foi exibido nesta segunda-feira (23). Foto: Cortesia
O documentário "Abreu e Lima: Uma Cidade de Joelhos", contemplado pela Lei Paulo Gustavo, foi exibido ao público no dia 23 de dezembro de 2024, a partir das 19h, no auditório do Cineteatro da Secretaria de Cultura, localizado no bairro da Boa Esperança, na Região Metropolitana do Grande Recife. A exibição foi gratuita, permitindo que todos pudessem participar desse momento especial.

Um Olhar Sobre a Fé em Abreu e Lima

Este curta-metragem, com duração de 24 minutos, apresenta entrevistas realizadas nas comunidades religiosas locais, buscando entender as razões por trás da intensa busca pela fé entre os moradores de Abreu e Lima. É uma oportunidade valiosa para refletirmos sobre a espiritualidade que permeia a vida de tantas pessoas.

Contexto Religioso

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Abreu e Lima abriga uma porcentagem de evangélicos que supera a média nacional, indicando uma transformação significativa no cenário religioso do município. Com uma rica diversidade de crenças, cerca de 35% da população se declara protestante, enquanto a média nacional é de 32%.

O Que Esperar do Documentário

As filmagens, realizadas ao longo deste ano, incluem depoimentos de pastores que compartilham sobre a espiritualidade dos membros de suas igrejas e a busca incessante pela palavra de Deus. O documentário retrata momentos de consagração através dos louvores e o profundo arrependimento dos pecadores, oferecendo um retrato sincero do universo da fé.

Produção

A direção, produção e roteiro do documentário são de responsabilidade do jornalista Gamal Nasser, que traz à luz a riqueza da experiência religiosa em Abreu e Lima.
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Nota: Matéria elaborada a partir do texto escrito no jornal FOLHA DE PERNAMBUCO. Clique aqui e leia a matéria original.
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Fonte:https://www.folhape.com.br/cultura/documentario-abreu-e-lima-uma-cidade-de-joelhos-sera-exibido-nesta/380358/

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

A IMPORTÂNCIA DE BENDIZER AO SENHOR

09.09.2024

Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Salmos 103:1-2. Este convite do salmista Davi ressoa através das eras, chamando-nos a refletir sobre os benefícios e a importância de bendizer o nome santo do Senhor. Este vídeo explora a importância de de bendizer ao Senhor e convida você a contemplar suas maravilhas.

Refletindo sobre os benefícios do Senhor

O salmista convoca a todos para bendizer ao Senhor Deus e lembrar de seus benefícios. Reconheça os benefícios de estar vivo e agradeça ao Senhor por eles. Respire, ande, acorde e valorize o trabalho e a família como presentes concedidos pelo Senhor. Convidando todo o ser humano a bendizer ao Senhor

Assim como Davi, somos convidados a convidar nossa alma, espírito e corpo a bendizer ao Senhor. Devemos dirigir nossa adoração ao santo nome do Senhor e Salvador Jesus Cristo, que é o Benfeitor extraordinário de todos os seres humanos. Devemos bendizer a Ele com todas as nossas forças. Fixe firmemente seus olhos em Jesus( Hb. 12:2)

Entregue tudo ao Senhor, seja objeto de adoração, gratidão e ofereça-se como sacrifício vivo. Jesus é a razão última da nossa existência, o Deus encarnado que desceu do céu para morrer por nós. A declaração do salmista no Salmo 103, verso 1 e 2 é sobretudo um ensinamento do Espírito Santo. Reconheça e agradeça a Deus por seus benefícios

Deus é Pai das misericórdias, Sua bondade é eterna e Seus benefícios se renovam diariamente. Devemos bendizer o Senhor, em Nome de Cristo Jesus, e não esquecer de nenhum de Seus benefícios. Devemos sempre lembrar e agradecer a Deus por seus benefícios

Que este convite do salmista seja um lembrete constante em nossas vidas, levando-nos a refletir sobre os benefícios do Senhor Jesus e a reconhecer Sua graça em cada momento. Ao bendizer ao Senhor, encontramos paz e gratidão, fortalecendo nossa fé e conexão por meio de Cristo Jesus.

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Fonte: https://youtu.be/xeooznuqX5U

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

O Poder de Jesus em Conceder a Vida Eterna

06.09.2024

Extraído do canal do pastor Irineu Messias, no YouTube

O conceito de vida eterna é um dos pilares centrais da fé cristã. Através da oração de Jesus em João 17, somos convidados a explorar o profundo significado e impacto que a vida eterna tem em nossas vidas. Vamos analisar como Jesus glorifica o Pai e como essa glorificação se relaciona diretamente com a vida eterna que Ele oferece a todos nós.

A Hora da Glorificação

Jesus fala sobre a sua hora, um momento crucial em que Ele entregará o seu espírito ao Pai. É uma hora de sofrimento, mas também de glorificação. Ao orar, Pai, chegou a hora, glorifica teu filho para que também o filho te glorifique”, Ele expressa a importância de sua missão. A morte de Jesus não é apenas um ato de sacrifício, mas um glorificação ao Pai, um cumprimento das promessas divinas desde a criação.

O Amor de Deus e a Promessa de Salvação

Desde Gênesis, Deus promete a salvação à humanidade. Essa promessa se concretiza na entrega do seu Filho unigênito. Como diz João 3:16, “porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Essa passagem destaca não apenas o amor de Deus, mas também a importância da fé em Jesus como o caminho para a vida eterna.

A Glorificação de Jesus e a Sua Divindade

A glorificação de Jesus não se limita à sua morte, mas se estende ao reconhecimento de sua divindade. Infelizmente, algumas correntes do cristianismo ensinam que Jesus não é Deus, desconsiderando evidências claras nas Escrituras. O Evangelho de João, especialmente, afirma a divindade de Cristo. No início do livro, lemos que “o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). Essa verdade deve ser reconhecida e aceita por todos os cristãos autênticos , que aceitam integralmente as verdades da Palavra de Deus.

A Autoridade de Jesus

Jesus é apresentado como o Senhor de toda a humanidade. Sua autoridade não se limita aos crentes, mas se estende a todos. Ele afirma que “assim como o Pai ressuscita os mortos, também o Filho dá vida a quem quer” (João 5:21). Essa afirmação reforça a ideia de que Jesus tem o poder de conceder vida eterna, um dom que transcende a morte física.

O Caminho para a Vida Eterna

Para receber a vida eterna, é necessário reconhecer a autoridade de Jesus e seguir seus ensinamentos. Ele é o caminho, a verdade e a vida (João 14:6). Render-se a sua autoridade é fundamental para experimentar as bênçãos que Ele conquistou na cruz. A vida eterna não é apenas uma promessa para o futuro, mas uma realidade que começa aqui e agora para aqueles que creem.

A Necessidade de Crer

Hebreus 9:27 nos lembra queestá ordenado aos homens morrer uma só vez, vindo depois disso o juízo.” Isso enfatiza a importância de viver de acordo com a verdade do Evangelho, pois a vida que temos é única e deve ser vivida para glorificar a Deus. A decisão de crer em Jesus deve ser um ato voluntário, uma resposta ao chamado do Pai que nos atrai a Ele.

A Vida Eterna como Promessa

A vida eterna é a principal promessa que Jesus oferece. Ele tem autoridade para conceder essa vida a todos os que o Pai lhe deu. Isso significa que a salvação e a vida eterna não são  frutos do nosso esforço, mas um presente que Deus oferece à humanidade através de Jesus Cristo.

O Papel do Pai na Salvação

Jesus deixa claro que ninguém pode ir a Ele a menos que o Pai o atraia. Essa interação divina é essencial para a nossa salvação. O Pai, através do Espírito Santo, nos conduz a reconhecer a necessidade de Jesus em nossas vidas. É um convite à intimidade com Deus, onde somos chamados a ser suas ovelhas e discípulos.

Conclusão

O poder de Jesus em conceder a vida eterna é uma mensagem de esperança e transformação. Ao reconhecer sua autoridade e a glorificação que ocorreu através de sua morte e ressurreição, somos convidados a participar dessa vida eterna. Que possamos responder a esse chamado com fé e rendição, abraçando a verdade de que Jesus é o Senhor de toda a humanidade e que somente através dele podemos ter acesso à vida eterna.

Deus te abençoe em sua jornada de fé, em Cristo, nosso Salvador.

Pastor Irineu Messias

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Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=NU0KhIu34qw&list=PLpGeXT7Xh6NJgg6rbM1IQNcghQdvUsKBZ