A teologia evangélica pentecostal clássica, fundamentada na autoridade das Escrituras Sagradas e nos princípios do movimento pentecostal histórico, iniciado por avivamentos como o de Azusa Street em 1906, deve delinear os principais pontos de conflito entre a Teologia do Domínio (ou Dominion Theology) e a visão doutrinária pentecostal clássica. Essa análise baseia-se na interpretação bíblica à luz dos originais em grego e hebraico, enfatizando a Bíblia como única regra de fé e prática, a salvação pela graça, a santificação e a Grande Comissão, sem agendas de dominação terrena.
Jesus Cristo, o Filho do Deus Único e Verdadeiro, é a única Esperança de Vida Eterna para toda a Humanidade
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sábado, 7 de fevereiro de 2026
Conflitos entre a Teologia do Domínio e a Teologia Pentecostal Clássica
A teologia evangélica pentecostal clássica, fundamentada na autoridade das Escrituras Sagradas e nos princípios do movimento pentecostal histórico, iniciado por avivamentos como o de Azusa Street em 1906, deve delinear os principais pontos de conflito entre a Teologia do Domínio (ou Dominion Theology) e a visão doutrinária pentecostal clássica. Essa análise baseia-se na interpretação bíblica à luz dos originais em grego e hebraico, enfatizando a Bíblia como única regra de fé e prática, a salvação pela graça, a santificação e a Grande Comissão, sem agendas de dominação terrena.
segunda-feira, 16 de setembro de 2024
O Oleiro Divino e os vasos de barro
- A extração e a preparação do barro representam o processo de Deus nos tirando da nossa miséria espiritual e nos colocando em Suas mãos transformadoras.
- A transformação contínua da santificação é uma jornada de crescimento e refinamento, onde o Espírito Santo trabalha para remover as impurezas de nossas vidas.
- Lutas e dificuldades são elementos essenciais no plano do Oleiro Divino para nossa transformação, pois servem para fortalecer nossa fé e moldar nosso caráter.
- O processo invisível de cura e moldagem nos lembra que Deus está ativamente nos moldando e transformando, mesmo quando as mudanças não são imediatamente visíveis.
- A precisão do refinamento do vaso através das "provas de fogo" da vida tem como objetivo nos purificar e fortalecer, não nos destruir.
- Abraçar a jornada transformadora significa nos render às mãos habilidosas do Oleiro Divino, confiando que Ele está nos criando para um propósito divino e eterno.
sábado, 24 de fevereiro de 2024
Orando pela paz nas nações em guerra
20.02.2024
Por pastor Irineu Messias
No mundo de hoje, os conflitos e as guerras entre nações são uma dura realidade. As advertências em Mateus 24:5-8 sobre os sinais do fim dos tempos tornam-se mais relevantes. Vamos nos aprofundar no significado de orar pela paz nas nações em guerra.
Avisos de engano e fim dos tempos
O texto de Mateus 24:5-8 alerta-nos para sermos cautelosos em relação ao engano e às alegações fraudulentas, especialmente no contexto do fim dos tempos. Jesus adverte especificamente sobre falsos profetas e pessoas que afirmam ser falsamente o Messias. Esses sinais de alerta são cruciais em nosso atual cenário global para permanecermos vigilantes e criteriosos.
Impacto dos sinais do fim dos tempos
Os sinais do fim dos tempos, incluindo guerras, fomes, pestes e terremotos, têm um impacto tangível no mundo. É imperativo que os indivíduos estejam conscientes destes sinais e compreendam a sua relevância no contexto atual de agitação e conflito global.
Promover a paz e a santificação é parte fundamental do seguimento da palavra de Deus. A instrução bíblica para orar pela paz de Jerusalém e da Palestina destaca a responsabilidade da igreja de defender a paz em regiões assoladas por conflitos.
Orando pelas nações e governantes
A oração, especificamente pelos reis e autoridades, para levarem uma vida pacífica e piedosa, é enfatizada no conselho de Paulo na carta de Timóteo. Esta diretiva estende-se à oração pelos governantes de Israel e de outras nações, procurando compreensão, sabedoria e governação pacífica.
Os ensinamentos de Jesus encorajam os cristãos a incorporar a paz e a procurar tranquilidade para todas as nações. Como seguidores de Cristo, as orações pela paz em nações devastadas pela guerra e a sabedoria para as autoridades, incluindo as do Brasil, são cruciais para defender a graça e a paz em zonas de conflito.
Orar pela paz nas nações em guerra é parte integrante da vivência dos ensinamentos de Jesus. É um apelo aos indivíduos e à Igreja para serem proativos na procura da paz, na defesa da graça e na promoção da tranquilidade em regiões assoladas por conflitos.
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segunda-feira, 19 de julho de 2021
MOMENTO COM DEUS #28: ESCOLHA VIVER UMA VIDA PURIFICADA EM CRISTO. 2Co 7:1
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Sem uma vida de oração não há relacionamento com Deus, alerta pastor
Do blog VOLTEMOS AO EVANGELHO
Por Will R. Filho
Esse é o alerta do pastor e escritor norte-americano Tim Cameron. Ele explicou como o distanciamento de Deus retira do cristão o desejo pela oração, minando sua fé aos poucos.
“Eu gosto de dizer que há dois grandes obstáculos para a oração: estamos muito ocupados ou somos muito mundanos”, disse Cameron em uma entrevista para o podcast Greenelines. “Viver ocupado rouba nosso tempo para orar e o mundanismo rouba a nossa vontade de orar”.
“Uma pessoa que está muito ocupada para orar está ocupada demais para levar uma vida piedosa. Uma pessoa que é muito mundana entregou sua vontade ao mundo”, acrescenta, destacando como a oração foi uma prática frequente na rotina de Jesus Cristo, algo destacado pela Bíblia em diversas passagens.
“Lucas nunca conheceu Jesus. Quando ele decidiu escrever sua história, ele procurou as testemunhas oculares. Nós sabemos que Jesus provavelmente se revelou para cerca de 752 mil pessoas durante os 40 dias após ter ressuscitado dos mortos. Uma das coisas majestosas que Lucas relatou é que Jesus frequentemente se retirava para orar”, disse Cameron.
Cristo sempre ensinou pelo exemplo, e por isso, mesmo sendo Ele próprio a encarnação de Deus, tudo o que fazia era fruto de oração, revelando que nada na vida humana deve ser feito sem ser apresentado diante do Senhor.
“A Bíblia diz repetidamente que Jesus não fez nada por conta própria, que Ele só falou as coisas ouviu o Pai dizer. Se esse é o caso, isso nos mostra que a vida de oração de Jesus era muito mais sobre ouvir do que sobre falar”, reforça Cameron.
Assim, o cristão deve ter horários específicos com Deus, diariamente, para que através disso tenha condições de suportar às provações da vida e se mantenha firme diante do mundo.
“Você tem que definir momentos de oração com o Senhor, e você tem que ter um espírito de oração sobre a sua vida ao mesmo tempo. É importante ter ambos”, conclui Cameron, segundo informações do Charisma News.
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Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/vida-oracao-relacionamento-com-deus-107631.html
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
CONDUTA CRISTÃ:Cinquenta Tons de Pornografia
sexta-feira, 22 de julho de 2016
POR QUE O CRISTÃO DEVE ESTUDAR A BÍBLIA?
“Tu ordenaste os teus preceitos, para que diligentemente os observássemos. Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. Folgo mais com os caminhos dos teus estatutos, do que com todas as riquezas. A minha alma está consumida de anelos pelas tuas leis em todo o tempo. Os teus estatutos são o meu prazer; são os meus conselheiros. Apego-me aos teus estatutos, ó Senhor; não permitas que eu seja confundido. Ó Senhor, a tua palavra é eterna; ela está firmada no céu. Se a tua lei não fora o meu deleite, há muito que teria perecido na minha angústia. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, pois medito nos teus estatutos” (Sl 119.4,9,11,14,20,24,31,89,92,99).
“O qual antes havia prometido pelos seus profetas nas Santas Escrituras”. (Rm 1.2).
“Este é o que esteve entre a congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais; o qual recebeu as palavras de vida para no-las dar”. (At 7.38).
“E provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro”. (Hb 6.5).
“Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus”. (Ef 6.17).
“Tu ordenaste os teus preceitos, para que diligentemente os observássemos”. (Sl 119.4)
No texto bíblico em epígrafe, notamos que a Bíblia em si é um livro que deve ser examinado. Deus ordenou ou seus preceitos para que nós, seres humanos, seguíssemos os mesmos. Preceitos, nada mais são do que “regras de proceder”. Como podemos, então, saber como devemos proceder para com Deus se não soubermos quais são os seus preceitos? E como conhecer os preceitos de Deus? Observando-os. O verbo observar pode ser entendido com o seguinte significado: “Examinar miudamente, estudar”, de acordo com o dicionário Aurélio da língua portuguesa. Os crentes de Beréia são exemplos de crentes que observavam diligentemente as Escrituras. Quando Paulo e Silas lhes pregavam a palavra, os bereianos verificavam se o que os missionários pregavam estava mesmo de acordo com as Escrituras. A essa semelhança, Deus deseja que sejamos diligentes em examinar as Escrituras.
“Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra”. (Sl 119.9).
A palavra é, para nós, uma fonte de purificação espiritual. Jesus disse aos seus discípulos: “Vós já estais limpos por causa da palavra que vos tenho falado” (Jo 15.3). Se seguirmos o nosso caminho de acordo com o que a Bíblia nos ensina, certamente faremos uma caminhada brilhante tenho o Espírito Santo como o nosso Consolador. Todavia, se esquecermos dos mandamentos do Senhor caminharemos na escuridão.
“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”. (Sl 119.11).
Quando verdadeiramente guardamos a palavra de Deus em nosso coração ficamos fortalecidos contra o império do pecado, que de contínuo nos segue com o objetivo de fazer vacilar a nossa fé. Esconder, nada mais é do que guardar. O que o salmista está dizendo é o seguinte: Guardei a tua palavra no meu coração para que eu não pecasse contra ti. Muitas pessoas possuem, em sua casa, uma Bíblia aberta no Salmo 91. Essas pessoas estão com a Bíblia guardada em suas casas, mas não está guardada em seus corações, e isso, para nada se aproveita.
“Se a tua lei não fora o meu deleite, há muito que teria perecido da minha angústia”. (Sl 119.92).
Quando passamos por momentos de angústia é comum enfrentarmos um pouco de desânimo. O que não devemos permitir, porém, é que a angústia domine completamente o nosso interior e afogue a nossa alma na desilusão. Aquele que escreveu o salmo 119 também passava por momentos de tribulação e angústia. Nesses momentos difíceis ele buscava alento nos braços de Deus através da palavra. Ele se deleitava nas promessas divinas que lhe diziam: “Não temas, pois eu sou contigo; não te assombres, pois eu sou teu Deus. Eu te fortalecerei, e te ajudarei; eu te sustentarei com a destra da minha justiça” (Is 41.10). Firmados nas promessas do Senhor jamais seremos abalados.
“Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, pois medito nos teus estatutos”. (Sl 119.99).
Aquele que medita na palavra do Senhor alcança entendimento não somente quando às coisas naturais deste mundo, mas principalmente quanto às coisas espirituais. Muitos são os que procuram ter entendimento, mas poucos são os que meditam nos estatutos divinos. Quando meditamos na palavra de Deus sabemos qual é a nossa posição diante do Todo-Poderoso, e assim procuramos, a cada dia, aperfeiçoar o nosso caminho.




