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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Humildade, integridade e simplicidade

06.02.2014
Do portal ULTIMATO ON LINE, 14.01.14


O Movimento Lausanne para Evangelização Mundial e a Aliança Evangélica Brasileira convidam pastores e líderes evangélicos para a Consulta Teológica e Pastoral “Um chamado à humildade, à integridade e à simplicidade” a ser realizada de 3 a 5 de abril em Atibaia (SP). Ultimato e Cristianismo Hoje são co-promotoras do evento que também recebe o apoio da AETALFTL-Brasil Visão Mundial.

Mais que um evento, a Consulta faz parte da celebração dos 40 anos do Movimento Lausanne e, a partir de O Compromisso da Cidade do Cabo (documento gerado a partir do Congresso Mundial do movimento, realizado na Cidade do Cabo, África do Sul, em outubro de 2010), pretende gerar uma agenda de diálogo, edificação e instrução para a Igreja Evangélica sobre o assunto.

Entre os temas que serão discutidos estão: a verdadeira natureza do discipulado bíblico, a resposta bíblica à pobreza, a abordagem equilibrada sobre assuntos de economia, política e poder; gestão dos recursos à luz da generosidade de Deus; compromisso da Igreja com os pobres.

Dias antes, em março, o Brasil vai receber a Consulta Global “A Teologia da Prosperidade, a Pobreza e o Evangelho” do Movimento Lausanne. Esta faz parte de uma série de consultas globais críticas identificadas com O Compromisso da Cidade do Cabo. Este evento é fechado para um grupo limitado. A primeira destas consultas foi realizada na Jamaica e teve como tema o mandato para o cuidado com a criação.

Entre os preletores já confirmados para a consulta brasileira, estão: Femi Adeleye (Nigéria/Gana), diretor de Cooperação Eclesiástica da Visão Mundial Internacional, Joel Edwards (Inglaterra), diretor Internacional do Desafio Miquéias. Paul Freston (Inglaterra/Brasil), sociólogo e autor de vários livros, Rosalee Velloso Ewell (Brasil), teóloga e Diretora Executiva da Comissão de Teologia da Aliança Evangélica Mundial e Valdir Steuernagel (Brasil), presidente do Conselho Gestor da Aliança Cristã Evangélica Brasileira.

A Editora Ultimato é co-promotora da Consulta “Um chamado à humildade, à integridade e à simplicidade”. Acreditamos na integralidade do Evangelho de Jesus que influencia não somente nossa fé, mas também nosso estilo de vida.

Você vai acompanhar em nosso portal notícias sobre os 40 anos de Lausanne, sobre a consulta, além de artigos sobre a teologia da prosperidade. Para começar, leia O dízimo transformado em dividendos, um dos textos de capa da revista Ultimato 295 (julho-agosto de 2005).

Serviço:

Consulta Teológica e Pastoral “Um chamado à humildade, à integridade e à simplicidade”.
Data: de 3 a 5 de abril.
Local: Atibaia (SP). 
Promotores: Movimento Lausanne e Aliança Evangélica Brasileira.
Co-promotores: Ultimato e Cristianismo Hoje.
Apoio: AETAL, FTL-Brasil e Visão Mundial.
Informações: aqui.

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Fonte:

Pensamos o suficiente quando lemos a Bíblia?

06.02.2014
Do portal ULTIMATO ON LINE, 31.01.14


“Todos nós temos uma tendência a pensar que o mundo deve estar de acordo com os nossos preconceitos. A visão oposta envolve algum esforço de pensamento, e a maioria das pessoas iria morrer antes de pensar - na verdade, é o que fazem.”1 A frase é do matemático e filósofo ateu Bertrand Russell (1872-1970). É cutucão oportuno para que cristãos e não cristãos se perguntem se pensam – o suficiente, talvez – quando leem a Bíblia.

Arthur L. Schawlow, prêmio Nobel de Física de 1981, considerou que “somos afortunados em termos a Bíblia, e especialmente o Novo Testamento que nos fala sobre Deus em termos humanos muito acessíveis, embora também nos deixe algumas coisas difíceis de entender.”2 Schawlow via na Bíblia valiosa fonte de conhecimento, da qual não se usufrui sem significativo envolvimento da mente, visto que ela também nos deixa “algumas coisas difíceis de entender.”

Obviamente há os que preferem não ler a Bíblia; desses, muitos se julgam capazes, mesmo assim, de opinar sobre o cristianismo. No meio acadêmico a situação é particularmente curiosa. O Prof. John Suppe, da Universidade de Princeton, membro da Academia Nacional de Ciências dos EUA, parafraseou o que lhe caiu como raio em certa ocasião na capela universitária de Princeton, ainda antes de se tornar cristão convicto: “Vocês [professores e estudantes] conhecem muito bem o seu negócio acadêmico. Mas seu conhecimento do cristianismo é de jardim da infância.”3 Pois para conhecer a proposta cristã é preciso ler e entender – ao menos até certo ponto – o relato bíblico.

Quando lemos a Bíblia, a reflexão cuidadosa – como acontece também em ciência – precisa proceder em estrita conformidade com a natureza objetiva do que está sendo lido e estudado. Assim, por exemplo, é preciso dar aos evangelhos (a parte da Bíblia que trata da história de Jesus) a oportunidade de comunicar sua mensagem; e Jesus precisa ser entendido de acordo com seu próprio discurso. Por isso não “vale” ler passagens bíblicas desconsiderando o contexto, inclusive as intenções nele expressas, ou ainda munido de preconceitos ou premissas especulativas. O evangelho de Lucas, por exemplo, precisa ser lido como um texto escrito pelo motivo exposto logo no seu início. Ali, Lucas informa a Teófilo, seu primeiro leitor, que lhe “pareceu conveniente, após acurada investigação de tudo desde o princípio, escrever de modo ordenado... para que verifiques a solidez dos ensinamentos que recebeste.” (Lucas 1.1-4) Semelhantemente, o evangelho de João precisa ser lido considerando que foi escrito “para que vocês creiam que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. E para que, crendo, tenham vida por meio dele” (João 20.31). Da mesma forma, é imprescindível lembrar que o Novo Testamento é portador de informação de “testemunhas oculares” (2 Pedro 1.16). E assim por diante.

Com relação ao discurso de Jesus, principal veículo da mensagem do Cristianismo, percebe-se que ele:

- É desafiador: “Eu lhes mostrarei a que se compara aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as pratica. É como um homem que ao construir uma casa, cavou fundo e colocou os alicerces na rocha. Quando veio a inundação, a torrente deu contra aquela casa, mas não a conseguiu abalar, porque estava bem construída. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica, é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento em que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu, e a sua destruição foi completa” (Lucas 6.47-49).

- É relacional: “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor... O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei” (João 15.9 e 12). 

- Não é endereçado aos autossuficientes: “Respondeu-lhes Jesus: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores, ao arrependimento” (Lucas 5.31-32).

- É voltado à satisfação e segurança do homem: “O ladrão vem apenas para furtar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.” (João 10.10). Disso pode resultar em nós a “confiança em que Deus me será fiel em qualquer situação da vida, e em que Ele é o garantidor e o fundamento da minha vida, de forma que minha vida não mais poderá perder seu sentido.” Esse foi o testemunho do Prof. Helmut Thielicke (1908-1986), ex-reitor da Universidade de Hamburgo.

O chamado de Jesus na passagem de Lucas 5 mencionada anteriormente, e suas consequências são explicadas com maior detalhe por Paulo de Tarso:

- “... deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês.” (Romanos 12.2)

- “É preciso que o coração e a mente de vocês sejam completamente renovados.” (Efésios 4.23)

É por isso que a leitura da Bíblia nos leva a “ler” nossa mente de forma crítica, e a reconheceremos nela não o instrumento soberano ao qual tudo se deve submeter, mas o grande instrumento que precisa da “completa renovação” operada por Deus, o soberano. A Bíblia e a mente: precisamos de uma para ler a outra.

Notas

1. Bertrand Russell – The ABC of Relativity, 1a edição, 1925.
2. Em H. Margenau e R.A. Varghese (editores) – Cosmos, bios, theos, Open Court, Chicago, 1992. ISBN 0812691865.
3. John Suppe – “Odinary memoir,” em P. M. Anderson (editor), Professors Who Believe, InterVarsity Press, 1998.

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Fonte:http://www.ultimato.com.br/conteudo/pensamos-o-suficiente-quando-lemos-a-biblia

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

"O que diz a Bíblia a respeito dos dinossauros? Encontramos dinossauros na Bíblia?"

04.02.2014
Do portal GOT QUESTIONS
 
O tema dos dinossauros na Bíblia é parte de um debate que se desenvolve dentro da comunidade cristã a respeito da idade da terra, da interpretação correta do Gênesis e de como interpretar as evidências físicas que nos cercam. Aqueles que acreditam em uma idade mais antiga para a terra tendem a concordar que a Bíblia não menciona os dinossauros, pois, de acordo com seu paradigma, os dinossauros desapareceram milhões de anos antes que o primeiro homem andasse sobre a terra. Os homens que escreveram a Bíblia não poderiam ter visto dinossauros ainda vivos.

Aqueles que crêem que a terra é mais jovem tendem a acreditar que a Bíblia menciona os dinossauros, apesar de jamais haver usado a palavra “dinossauro”. Ao invés, usa a palavra tanniyn, vinda do Hebraico. Tanniyn é traduzida de algumas poucas maneiras diferentes nas Bíblias de língua inglesa; às vezes como “monstro do mar”, às vezes como “serpente”. É mais comumente traduzida como “dragão”. Tanniyn parece ter sido algum tipo de réptil gigante. Estas criaturas são mencionadas quase trinta vezes no Antigo Testamento e são encontradas tanto em terra quanto no mar.

Além de mencionar estes répteis gigantes quase trinta vezes no Antigo Testamento, a Bíblia descreve algumas criaturas de tal modo que alguns estudiosos acreditam que os escritores poderiam estar descrevendo dinossauros. Behemoth é descrita como a mais poderosa de todas as criaturas de Deus, um gigante cuja cauda é comparada à árvore de cedro (Jó 40:15 em diante). Alguns estudiosos tentaram identificar Behemoth como um elefante ou hipopótamo. Outros dizem que tanto elefantes quanto hipopótamos têm caudas muito finas, nada que se possa comparar ao cedro. Os dinossauros como o Braquiossauro e o Diplodocus, por outro lado, tinham caudas enormes que poderiam facilmente ser comparadas à árvore do cedro.

Quase toda a civilização antiga tem algum tipo de arte descrevendo criaturas répteis gigantes. Desenhos ou entalhes sobre rocha, artefatos e até pequenas estátuas de barro descobertas na América do Norte se parecem com representações modernas de dinossauros. Entalhes em rochas na América do Sul representam homens montando criaturas parecidas com o Diplodocus e, assombrosamente, assemelham-se com imagens familiares como o Triceratops, Pterodáctilo e Tiranossauro Rex. Os Mosaicos romanos, a cerâmica maia e muros da cidade babilônica são testemunhos dessa fascinação cultural e geograficamente sem fronteiras do homem com essas criaturas. Sérias narrativas como as de Il Milione de Marco Polo se mesclam com fantásticos contos de bestas que acumulam tesouros. Narrações atuais de observações sobrevivem, apesar de serem tratadas com espantoso ceticismo.

Além do volume substancial de evidências antropológicas e históricas a favor da coexistência de dinossauros e homens, há outras evidências físicas, como as pegadas fossilizadas de humanos e dinossauros, descobertas juntas em lugares da América do Norte e oeste da Ásia central.

Para finalizar, encontramos dinossauros na Bíblia? Este assunto está longe de ser resolvido. Depende de como se interpreta as evidências disponíveis e de como se vê o mundo ao redor. Aqui em GotQuestions.org, acreditamos na interpretação da terra jovem e aceitamos que os dinossauros e homens coexistiram. Cremos que os dinossauros desapareceram algum tempo depois do Dilúvio devido à combinação de dramáticas mudanças ambientais e por terem sido incessantemente caçados pelo homem, até a completa extinção.
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Achado arqueológico em Israel confirma relato do Livro de Josué

04.02.2014
Do portal GOSPEL PRIME
Por Jarbas Aragão
 
Achado arqueológico em Israel confirma relato do Livro de Josué
 
 
Descoberto ano passado, durante meses de escavação na área com as ruínas da fortaleza em Khirbet el-Maqatir, 9 km ao norte de Jerusalém, um pequeno amuleto ajudou arqueólogos a comprovar mais um relato bíblico.
 
O Velho Testamento conta a história da cidade de Ai, que foi conquistada e incendiada pelos israelitas durante a conquista de Israel. No Livro de Josué há um relato sobre isso, mas sua localização nunca foi totalmente comprovada.
 
A escavação liderada pela Associates for Biblical Research (ABR), um ministério especializado em escavações bíblicas, no ano passado foi muito proveitosa. A equipe descobriu em uma caverna subterrânea, ruínas de um casa e mais de 100 moedas. O que mais chamou atenção é um objeto com menos de dois centímetros.
 
O relatório explica que é uma peça ornamental, usada provavelmente em um colar, chamada de scarabée. O ornamento recebe esse nome porque seu formato remete a um escaravelho. Os antigos egípcios, reverenciavam esse inseto pois o relacionavam com o deus do sol.
 
Considerada a descoberta arqueológica mais importante de 2013, o escaravelho, juntamente com outros artefatos do sítio de Khirbet el-Maqatir, ficarão em exposição no museu da Universidade Baptista de Houston. No dia 8 de fevereiro haverá no local um simpósio para destacar a importância da descoberta para a arqueologia bíblica.
 
O relatório da ABR afirma que o escaravelho possui inscrições indicando que provavelmente pertenceu ao último rei de Ai. A datação dos objetos encontrado apontam para o final da era de bronze, entre 1550 e 1450 a.C. Esse período histórico é condizente com o que é historicamente aceito para a narrativa de Josué.
 
Arqueólogos já haviam feitas descobertas no local em outros tempos, mas haviam dúvidas sobre a exatidão da narrativa de sua conquista. Agora a prova “definitiva” foi encontrada.
 
 
Local das escavações
 
 
“Muitas descobertas arqueológicas estão diretamente relacionadas com as Escrituras e confirmam a historicidade do relato bíblico”, afirma o material oficial divulgado pela ABR. “Outras descobertas oferecem fascinante material de apoio para as narrativas bíblicas. Quando as pessoas ficam sabendo dessas descobertas, a Bíblia ganha vida e o estudo da Bíblia torna-se mais interessante e significativo.”
 
O doutor Henry Smith Jr., diretor de desenvolvimento da ABR, explica: “Nossa tese foi que a fortaleza [de Ai] foi destruída no final da era de Bronze I. Com base nas evidências arqueológicas que descobrimos, é do mesmo período de tempo, proporcionando-nos uma data de ocupação independente da cerâmica… A Bíblia registra que a cidade de Ai foi ocupada no final do século 15 a.C, e destruída pelos israelitas. O escaravelho é consistente com essa afirmação. ”
 
Bryant Wood, um membro da ABR acredita que este é um momento emocionante para a arqueologia bíblica: “À medida que continuamos nossa escavação e investigação, Deus está fornecendo evidências cada vez mais fortes para combatermos os ataques de críticos e fornecermos razões para aqueles que buscam a verdade possam acreditar na Bíblia. Obrigado por reconhecerem o valor apologético e evangelístico da pesquisa arqueológica. Ela comprova e proclama a verdade da Palavra de Deus nesta era científica de dúvida, de ceticismo e de decadência moral”. Com informações Christian News e Christianity Today.
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Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/arqueologia-israel-livro-de-josue/

Uma Coroa de Flores

04.02.2014
Do portal ENCONTRE A PAZ
 
 
Estávamos voltando das férias quando vimos uma coroa de flores junto a um poste da nossa rua. Logo percebemos o que ela significava: alguém tinha morrido ali. Querendo saber se era uma pessoa conhecida, paramos para ler o pequeno cartão que acompanhava a coroa. A mensagem era de partir o coração: “Querido papai, gostaria de ter estado com você para ajudá-lo quando você caiu. Por favor, olhe por nós. Amamos você e sentimos sua falta. Você estará sempre em nossos corações”.
 
Que tragédia! O pai de alguém tinha caído na rua – talvez atropelado por um automóvel ou por ter sofrido um ataque cardíaco. Os membros da família estavam desolados e expressaram seus sentimentos colocando uma coroa de flores e uma mensagem no local da sua morte. De certa forma conseguimos entender como se sentiam. Amavam seu pai e sentiam muito sua falta. Queriam tanto que apenas um deles pudesse ter estado lá para confortá-lo e amenizar sua dor mesmo que a morte dele fosse inevitável! Mas agora era tarde demais.

Sentimos sua falta!

É comum colocar uma coroa ou um buquê de flores, uma mensagem ou uma cruz no local onde uma pessoa morreu inesperadamente. Para os que perderam um ente querido, o lugar do acidente torna-se quase um local sagrado. Porém, a mensagem junto ao poste na nossa rua revelava algo mais, algo que estava errado. A pessoa que a tinha escrito alimentava a esperança de que o espírito do pai continuava ali e poderia ler aquela mensagem, apreciar sua preocupação e, de alguma forma, como espírito, cuidaria da sua família.
 
Muitos anos atrás, o rei Davi perdeu um filho ainda pequeno. Enquanto chorava a morte da criança, ele expressou uma profunda verdade: “Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Samuel 12.23). A morte significa separação daqueles que amamos. Não podemos nos comunicar com os espíritos dos que já morreram. A Bíblia proíbe terminantemente qualquer tentativa nesse sentido (Levítico 19.31). Os que morrem deixam este mundo. Seus corpos são sepultados, mas seus espíritos continuam vivendo numa outra vida.

Há somente dois lugares

Existem apenas dois destinos após a morte: um lugar de alegria e bem-aventurança e um lugar de tormento. Todos nós merecemos o lugar de tormento, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Mas, por amor a nós, Deus mandou Seu único Filho, Jesus Cristo, para ser nosso Salvador e para morrer pelos nossos pecados na cruz do Calvário (veja 1 João 4.14; 1 Coríntios 15.3). Para experimentarmos o perdão de Deus, precisamos declarar-Lhe que nos arrependemos dos nossos pecados (veja Atos 3.19), que cremos que Jesus morreu em nosso lugar e que derramou Seu precioso sangue por nós. Você já fez isso?
 
Se cremos em Jesus como Salvador e perdemos um ente querido que era salvo podemos ter a certeza de que nos reencontraremos na presença de Deus. Esta é uma perspectiva muito reconfortante. Mas se ainda não pedimos perdão a Deus teremos de pagar o preço pelos nossos próprios pecados – no inferno! A vida é muito incerta para corrermos riscos: “Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz” (Provérbios 27.1). Peça ainda hoje a Jesus para ser seu Salvador e Senhor da sua vida, para gozar com Ele a alegria eterna no céu! (Martin Girard)
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Fonte:http://www.apaz.com.br/mensagens/coroa_de_flores.html

PR. ADILSON ROSSI: AS TRÊS DIMENSÕES DA GRAÇA DE DEUS

04.02.2014
Do portal do YOUTUBE
Por Levy Ferreira de Souza Junior


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Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=_ULDRtSHmZU

A Segurança do Perdão

04.02.2014
Do portal ENCONTRE A PAZ
 
 
É maravilhoso ser restaurado ao Senhor. Todavia, isto não significa que daí em diante não haverá problemas. Muitos crentes que são trazidos de volta para a comunhão com Deus passam por momentos terríveis de sentimento de culpa, dúvida e depressão; eles têm dificuldade para acreditar que foram realmente perdoados.
 
Vamos examinar a seguir algumas das dificuldades mais comuns que eles enfrentam:
1. Como posso ter certeza de que Deus me perdoou?
 
Você pode saber sobre isto por meio da Palavra de Deus. Ele prometeu repetidas vezes perdoar aqueles que confessarem e abandonarem seus pecados. Não há nada no universo tão certo quanto a promessa de Deus. Para saber se Deus o perdoou, você tem que acreditar em Sua Palavra. Ouça estas promessas:
 
O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).
 
Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi” (Is 44.22).
 
Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is 55.7).
 
Vinde e tornemos para o Senhor, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará” (Os 6.1).
 
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (1 Jo 1.9).
 
2. Sei que Ele me perdoou no momento em que fui salvo, mas, quando penso nos terríveis pecados que cometi já como crente, é difícil crer que Deus possa me perdoar. A mim parece que pequei contra uma tremenda luz!
 
Davi cometeu adultério e assassinato; no entanto, Deus o perdoou (2 Sm 12.13).
 
Pedro negou o Senhor três vezes; todavia, o Senhor o perdoou (Jo 21.15-23).
 
O perdão de Deus não está limitado aos não salvos. Ele promete perdoar os decaídos também:
 
Curarei a tua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles” (Os 14.4).
 
Se Deus pode nos perdoar quando éramos Seus inimigos, será que Ele vai ser menos perdoador a nós agora que somos Seus filhos?
 
Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida” (Rm 5.10).
 
Aqueles que temem que Deus não pode perdoá-los estão mais próximos do Senhor do que imaginam porque Deus não consegue resistir a um coração quebrantado (Is 57.15). Ele pode resistir aos orgulhosos e aos que não se dobram, mas não desprezará o homem que verdadeiramente se arrepender (Sl 51.17).
 
 
3. Sim, mas como Deus perdoará? Cometi um determinado pecado e Deus me perdoou. Mas já cometi o mesmo pecado várias vezes desde então. Logicamente que Deus não pode perdoar indefinidamente.
 
Esta dificuldade encontra uma resposta indireta em Mateus 18.21-22: “Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”.
 
Aqui, o Senhor ensina que devemos nos perdoar uns aos outros não sete vezes, mas setenta vezes sete, que é outra maneira de dizer indefinidamente.
 
Bem, se Deus nos ensina a perdoar uns aos outros indefinidamente, com que freqüência Ele nos perdoará? A resposta parece óbvia.
 
O conhecimento desta verdade não deveria nos fazer negligentes nem tampouco nos estimular a pecar. Por outro lado, esta maravilhosa graça é a mais forte razão pela qual o crente não deve pecar.
 
4. O problema comigo é que não me sinto perdoado.
 
Deus nunca pretendeu que a segurança do perdão viesse ao crente através dos sentimentos. Em um dado momento, você pode se sentir perdoado, mas depois, um pouco mais tarde, você poderá se sentir tão culpado quanto possível.
 
Deus quer que nós saibamos que somos perdoados. E Ele baseou a segurança do perdão naquilo que é a maior certeza do universo. A Sua Palavra, a Bíblia, nos diz que, se confessarmos os nossos pecados, Ele nos perdoa os pecados (1 Jo 1.9).
 
O importante é sermos perdoados, quer sintamos ou não. Uma pessoa pode se sentir perdoada e não ter sido perdoada. Nesse caso, seus sentimentos a enganam. Por outro lado, uma pessoa pode ser verdadeiramente perdoada e, mesmo assim, não sentir isso. Que diferença fazem seus sentimentos se a verdade é que Cristo já a perdoou?
 
O decaído que se arrepende pode saber que está perdoado com base na maior autoridade que existe: a Palavra do Deus Vivo.
 
5. Temo que, ao me afastar do Senhor, cometi o pecado para o qual não há perdão.
 
A recaída não é o pecado para o qual não há perdão.
 
De fato, há pelo menos três pecados para os quais não há perdão mencionados no Novo Testamento, mas podem ser cometidos apenas por incrédulos.
 
Atribuir os milagres de Jesus, realizados pelo poder do Espírito Santo, ao Diabo é imperdoável. É o mesmo que dizer que o Espírito Santo é o diabo, e, portanto, esta é uma blasfêmia contra o Espírito Santo (Mt 12.22-24).
 
Professar ser crente e depois repudiar completamente a Cristo é um pecado para o qual não há perdão. Este é o pecado da apostasia mencionado em Hebreus 6.4-6. Não é a mesma coisa que negar a Cristo. Pedro fez isto e foi restaurado. Este é o pecado voluntário de calcar aos pés o Filho de Deus, fazendo de Seu sangue algo impuro, e desprezando o Espírito da graça (Hb 10.29).
 
Morrer na incredulidade é imperdoável (Jo 8.24). Este é o pecado de recusar-se a crer no Senhor Jesus Cristo, o pecado de morrer sem arrependimento e sem fé no Salvador. A diferença entre o verdadeiro crente e aquele que não é salvo é que o primeiro pode cair várias vezes, mas se levantará novamente.
 
O Senhor firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o Senhor o segura pela mão” (Sl 37.23-24).
 
Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os perversos serão derribados pela calamidade” (Pv 24.16).
 
6. Creio que o Senhor me perdoou, mas eu não consigo perdoar a mim mesmo.
 
Para todos aqueles que alguma vez na vida já tiveram uma recaída (e será que existe algum crente que jamais caiu, de uma forma ou de outra?), esta atitude é bastante compreensível. Sentimos nossa completa incapacidade e nosso fracasso de maneira tão profunda.
 
No entanto, a atitude não é razoável. Se Deus perdoou, por que eu me permitiria ser afligido por sentimentos de culpa?
 
A fé afirma que o perdão é um fato e se esquece do passado – exceto como uma advertência saudável para não nos afastarmos do Senhor novamente. (William MacDonald - http://www.apaz.com.br)
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Fonte:http://www.apaz.com.br/mensagens/perdao.html